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Foguete de Água: Física, Construção e Experimentos para a Feira de Ciências

Prof. Alberto Ricardo Präss
PrassTek Quantum Computing

5. Movimento, trajetória e simulação

5.1 Depois da propulsão: o foguete vira um projétil

Quando a fase propulsiva termina, o problema pode ser aproximado, em um modelo simplificado, ao movimento de um projétil submetido à gravidade.

Desprezando inicialmente a resistência do ar:

$x(t) = v_0 \cos(\theta) t$

$y(t) = y_0 + v_0 \sin(\theta) t - \frac{1}{2} g t^2$

Estas equações permitem estudar:

  • alcance horizontal;
  • altura máxima;
  • tempo de voo;
  • influência do ângulo;
  • efeito da velocidade inicial.

5.2 A trajetória de um foguete

Trajetória parabólica simplificada de um foguete Representação de uma trajetória de lançamento oblíquo com indicação da velocidade inicial, altura máxima e alcance horizontal. Alcance horizontal Altura máxima \(v_0\) Lançamento

Figura 3. Após a fase de propulsão, uma aproximação inicial permite estudar o movimento como um lançamento oblíquo. Na prática, o arrasto do ar, o vento e outras condições tornam a trajetória real diferente da parábola ideal.

5.3 Simulação interativa: lançamento oblíquo

A simulação abaixo permite explorar um dos conceitos mais conhecidos do lançamento de foguetes: a influência do ângulo e da velocidade inicial. Ela utiliza o modelo ideal de lançamento de projéteis e, portanto, não representa toda a complexidade de um foguete de água real.

Tempo de voo
0 s
Altura máxima
0 m
Alcance
0 m