{"id":205,"date":"2021-05-11T02:15:11","date_gmt":"2021-05-11T05:15:11","guid":{"rendered":"https:\/\/fisica.net\/biografias\/?p=205"},"modified":"2021-05-16T20:03:04","modified_gmt":"2021-05-16T23:03:04","slug":"em-10-05-cecilia-payne","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fisica.net\/biografias\/em-10-05-cecilia-payne\/","title":{"rendered":"Em 10\/05: CECILIA PAYNE"},"content":{"rendered":"\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"1000\" class=\"wp-image-206\" style=\"width: 1000px;\" src=\"https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/05.10-CECILIA-PAYNE.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/05.10-CECILIA-PAYNE.jpg 1000w, https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/05.10-CECILIA-PAYNE-300x300.jpg 300w, https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/05.10-CECILIA-PAYNE-150x150.jpg 150w, https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/05.10-CECILIA-PAYNE-768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><br>\u260510\/05\/1900 \u202007\/12\/1979<br>Foi a primeira pessoa a mostrar que o Sol \u00e9 composto primariamente de hidrog\u00eanio, em 1925. Na \u00e9poca, acreditava-se que o Sol possu\u00edsse uma composi\u00e7\u00e3o similar \u00e0 da Terra.<br>\u201cA mais brilhante tese de doutorado j\u00e1 escrita em Astronomia \u201d<br>\u201cSua carreira \u00e9 uma lembran\u00e7a de que a raz\u00e3o por que n\u00e3o havia mais mulheres cientistas na hist\u00f3ria n\u00e3o se devia \u00e0 falta de talento ou de paix\u00e3o, mas sim \u00e0 misogenia sistem\u00e1tica da sociedade\u201d<\/p>\n\n\n\n<div align=\"center\">\n\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- Banner-728x90 -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:inline-block;width:728px;height:90px\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-8479963969486292\"\n     data-ad-slot=\"1093331068\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Cecilia Helena Payne-Gaposchkin foi uma astr\u00f4noma anglo-americana que foi a pioneira em aplicar Leis da F\u00edsica At\u00f4mica no estudo da temperatura e densidade de corpos estelares e a primeira a concluir que hidrog\u00eanio e h\u00e9lio s\u00e3o os dois elementos mais comuns no Universo. Durante a d\u00e9cada de 1920, a explica\u00e7\u00e3o aceita da composi\u00e7\u00e3o do Sol era um c\u00e1lculo de cerca de 65% de ferro e 35% de hidrog\u00eanio. Na Universidade de Harvard, em sua tese de doutorado (1925), Payne afirmou que o espectro do Sol era consistente com outra solu\u00e7\u00e3o: 99% de hidrog\u00eanio com h\u00e9lio e apenas 1% de ferro. Ela teve dificuldade em convencer seus superiores a levar o trabalho a s\u00e9rio. Passaram-se mais 20 anos at\u00e9 que a reivindica\u00e7\u00e3o original de Payne fosse confirmada por Fred Hoyle.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem foi Cecilia Payne-Gaposchkin, que descobriu a composi\u00e7\u00e3o do Sol<br>Marilia Marasciulo<\/p>\n\n\n\n<p>Se hoje olhamos para o c\u00e9u e sabemos que as estrelas, entre elas o Sol, s\u00e3o compostas principalmente de hidrog\u00eanio e h\u00e9lio, \u00e9 gra\u00e7as \u00e0 astr\u00f4noma Cecilia Payne-Gaposchkin. Nascida no interior da Inglaterra no dia 10 de maio de 1900, ela estabeleceu a carreira acad\u00eamica na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, onde trabalhou at\u00e9 se aposentar, em 1966. Morreu 13 anos depois, aos 79, no dia 7 de dezembro de 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>Saiba mais sobre sua vida e carreira:<\/p>\n\n\n\n<p>Paix\u00e3o pelo universo<br>Payne-Gaposchkin tinha 5 anos quando, durante um passeio com a m\u00e3e, viu uma estrela cadente. Apaixonada pelo universo desde ent\u00e3o, passou a se dedicar inteiramente aos estudos. Em sua autobiografia, lembra que gostava mais de livros do que de garotos, e lia Plat\u00e3o por pura divers\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos em Cambridge<br>Em 1919, ganhou uma bolsa para estudar no Newnham College, da Universidade de Cambridge. Aprofundou-se em bot\u00e2nica, f\u00edsica e qu\u00edmica e, embora tenha completado a gradua\u00e7\u00e3o, n\u00e3o recebeu diploma por ser mulher. Cambridge s\u00f3 come\u00e7ou a conceder diplomas para mulheres depois de 1948.<\/p>\n\n\n\n<p>Mudan\u00e7a para os EUA<br>Frustrada com as op\u00e7\u00f5es de carreira no Reino Unido, muito limitantes para uma mulher, mudou-se para os Estados Unidos para fazer doutorado em Astronomia na Universidade Harvard. Conheceu mulheres que classificaram centenas de milhares de estrelas com base em suas temperaturas e composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta<br>Aplicando a equa\u00e7\u00e3o de ioniza\u00e7\u00e3o criada pelo f\u00edsico indiano Meghnad Saha e cruzando dados por dois anos, Cecilia finalmente descobriu do que as estrelas eram feitas: hidrog\u00eanio e h\u00e9lio.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas seu orientador na \u00e9poca, o astr\u00f4nomo Henry Norris Russell, achou que a conclus\u00e3o da cientista estava errada, e ela seguiu o conselho dele de omitir a descoberta da tese. Quatro anos depois, Russell chegou ao mesmo resultado e publicou a conclus\u00e3o, mencionando o trabalho de Payne-Gaposchkin brevemente. Como era de se esperar, ele recebeu o cr\u00e9dito pela descoberta.<\/p>\n\n\n\n<p>As dificuldades<br>Apesar de ter tido a disserta\u00e7\u00e3o muito elogiada e recebido diferentes reconhecimentos, n\u00e3o era f\u00e1cil ser mulher nos anos 1920. A cientista come\u00e7ou a lecionar em Harvard em 1925, mas o presidente da universidade deixou claro que jamais daria a ela o cargo oficial de professora \u2014 ela era listada como uma assistente t\u00e9cnica e recebia um sal\u00e1rio muito baixo.<\/p>\n\n\n\n<p>O casamento<br>Em 1933, resolveu embarcar em uma viagem pelos observat\u00f3rios europeus. O clima pr\u00e9-Segunda Guerra Mundial, por\u00e9m, aumentava a tens\u00e3o no Velho Continente.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma confer\u00eancia na Alemanha, um t\u00edmido astr\u00f4nomo russo chamado Sergei Gaposchkin deu a Cecilia um bilhete: exilado da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e assustado com a persegui\u00e7\u00e3o Nazista, ele pediu ajuda para fugir para os EUA. Ela n\u00e3o s\u00f3 conseguiu um visto, como tamb\u00e9m um trabalho em Harvard para ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois se casaram e, em cinco anos trabalhando juntos, descobriram o que estimativas conservadoras de colegas em Harvard acreditam que teria levado 90 anos para serem desvendadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Reconhecimento tardio<br>Em 1956, Payne-Gaposchkin finalmente se tornou chefe do Departamento de Astronomia de Harvard e deixou um conselho para as jovens mulheres: \u201cN\u00e3o siga uma carreira cient\u00edfica por fama ou dinheiro\u2026 Siga a carreira cient\u00edfica s\u00f3 se nada mais trouxer satisfa\u00e7\u00e3o, porque \u2018nada mais\u2019 \u00e9 provavelmente o que voc\u00ea vai receber. Sua recompensa \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o do horizonte na medida em que voc\u00ea escala. E, se voc\u00ea conseguir essa recompensa, n\u00e3o vai querer nenhuma outra.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Cecilia Payne-Gaposchkin, a mulher que descobriu do que s\u00e3o feitas as estrelas<\/p>\n\n\n\n<p>Ela tinha apenas 25 anos quando chegou a uma conclus\u00e3o que mudaria para sempre a forma que observamos o universo. Cecilia Payne-Gaposchkin foi uma das grandes astr\u00f4nomas da hist\u00f3ria e a primeira a dizer do que eram feitas as estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, sua carreira nunca foi f\u00e1cil. Teve de enfrentar o ambiente machista que dominava a ci\u00eancia e o ensino na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>Nascida na Inglaterra em 1900, Payne-Gaposchkin completou seus estudos de F\u00edsica e Qu\u00edmica no come\u00e7o da d\u00e9cada de 1920, na Universidade de Cambridge, na Inglaterra. A institui\u00e7\u00e3o de ensino permitia a presen\u00e7a de mulheres, mas n\u00e3o lhes concedia t\u00edtulo universit\u00e1rio oficial.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas isso n\u00e3o deteve Payne-Gaposchkin. Em busca de uma carreira na astronomia, ela decidiu estudar nos Estados Unidos, onde imaginava que teria mais oportunidades. Em 1923, chegou ao Observat\u00f3rio de Harvard.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 1885 e 1927, o Observat\u00f3rio empregou cerca de 80 mulheres para estudar fotografias de estrelas feitas em placas de vidro. Eram conhecidas como &#8220;mulheres computadores&#8221; de Harvard e fizeram grandes descobertas astron\u00f4micas. Entre elas, gal\u00e1xias, nebulosas e a cria\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos para medir dist\u00e2ncias no espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma descoberta revolucion\u00e1ria<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto Payne-Gaposchkin trabalhava no Observat\u00f3rio, usou seu aprendizado na \u00e1rea de f\u00edsica qu\u00e2ntica para fazer uma descoberta revolucion\u00e1ria: determinar a composi\u00e7\u00e3o das estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a pesquisa para seu doutorado, que obteve em 1925, a astr\u00f4noma chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que as estrelas s\u00e3o compostas de hidrog\u00eanio e h\u00e9lio.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, essa conclus\u00e3o foi contestada &#8211; e at\u00e9 ridicularizada &#8211; na \u00e9poca. O motivo \u00e9 que o resultado entrava em conflito com a cren\u00e7a de que as estrelas tivessem uma composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica similar \u00e0 da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, o famoso astr\u00f4nomo Henry Norris Russell recomendou que Payne-Gaposchkin retirasse essa ideia de sua tese, dizendo que isso era &#8220;claramente imposs\u00edvel&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, a descoberta acabou sendo confirmada. Em 1929, o pr\u00f3prio Russell reconheceu que Payne-Gaposchkin tinha raz\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os atr\u00f4nomos Otto Struve e Velta Zebergs classificaram a tese de Payne-Gaposchkin como &#8220;a mais brilhante j\u00e1 escrita na astronomia&#8221;. Mais tarde, foi publicada como um livro: Stellar Atmospheres (Atmosferas Estelares, em tradu\u00e7\u00e3o livre).<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, Payne-Gaposchkin teve dificuldade para conquistar um lugar em Harvard. Entre 1927 e 1938, atuou como assistente t\u00e9cnica do ent\u00e3o diretor Harlow Shapley, mas n\u00e3o lhe deram um posto oficial.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isso se devia ao pensamento mis\u00f3gino do presidente de Harvard, Abbott Lowell, que se negou a nome\u00e1-la e jurou que nunca ocuparia uma c\u00e1tedra em Harvard enquanto estivesse vivo&#8221;, escreveu Amy Davy, curadora do museu de ci\u00eancias de Londres.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1938, j\u00e1 com outro presidente na institui\u00e7\u00e3o, Payne-Gaposchkin conquistou um posto oficial &#8211; por\u00e9m, ainda n\u00e3o de professora.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, na segunda metade da d\u00e9cada de 1950, se tornou professora de Harvard. Depois, foi a primeira mulher a dirigir um departamento na institui\u00e7\u00e3o, o de astronomia. Em 1966, se aposentou.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;No entanto, apesar do seu \u00eaxito, Payne-Gaposchkin ainda ganhava menos do que seus pares homens. Um problema de desigualdade salarial de g\u00eanero, que existe ainda hoje&#8221;, considerou Davy.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Sua carreira \u00e9 uma lembran\u00e7a de que a raz\u00e3o por que n\u00e3o havia mais mulheres cientistas na hist\u00f3ria n\u00e3o se devia \u00e0 falta de talento ou de paix\u00e3o, mas sim \u00e0 misogenia sistem\u00e1tica da sociedade&#8221;, acrescentou a curadora.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O trabalho de Cecilia Payne-Gaposchkin foi inegavelmente importante para nossa compreens\u00e3o das estrelas e da astronomia. Por\u00e9m, devido ao seu g\u00eanero, teve que trabalhar muito mais para lutar pelo reconhecimento que merecia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3pria Payne-Gaposchkin descreveu a si mesma como uma &#8220;uma rebelde contra o papel feminino&#8221; e declarou que sua verdadeira rebeli\u00e3o &#8220;era contra ser pensada e tratada como inferior&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>LEIA<br>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Cecilia_Payne-Gaposchkin<br>https:\/\/www.harvardsquarelibrary.org\/biographies\/cecilia-payne-gaposchkin-3\/<br>https:\/\/g1.globo.com\/ciencia-e-saude\/noticia\/2019\/04\/16\/cecilia-payne-gaposchkin-a-mulher-que-descobriu-do-que-sao-feitas-as-estrelas.ghtml<br>https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Sociedade\/noticia\/2019\/09\/quem-foi-cecilia-payne-gaposchkin-que-descobriu-composicao-do-sol.html<br>https:\/\/osr.org\/blog\/kids\/cecilia-payne-composition-of-the-sun\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u260510\/05\/1900 \u202007\/12\/1979Foi a primeira pessoa a mostrar que o Sol \u00e9 composto primariamente de hidrog\u00eanio,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3,81],"tags":[33,36,34,35,32,38,7,37],"class_list":["post-205","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-aniversariante","category-maio","tag-americana","tag-astrofisica","tag-astronoma","tag-astronomia","tag-britanica","tag-fusao","tag-maio","tag-sol"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.6 - 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