{"id":576,"date":"2021-06-16T15:52:02","date_gmt":"2021-06-16T18:52:02","guid":{"rendered":"https:\/\/fisica.net\/biografias\/?p=576"},"modified":"2021-06-16T16:15:53","modified_gmt":"2021-06-16T19:15:53","slug":"em-16-06-barbara-mcclintock","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fisica.net\/biografias\/em-16-06-barbara-mcclintock\/","title":{"rendered":"Em 16\/06: BARBARA McCLINTOCK"},"content":{"rendered":"\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"1000\" class=\"wp-image-590\" style=\"width: 1000px;\" src=\"https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/06.16-BARBARA-McCLINTOCKv2.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/06.16-BARBARA-McCLINTOCKv2.jpg 1000w, https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/06.16-BARBARA-McCLINTOCKv2-300x300.jpg 300w, https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/06.16-BARBARA-McCLINTOCKv2-150x150.jpg 150w, https:\/\/fisica.net\/biografias\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/06.16-BARBARA-McCLINTOCKv2-768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><br>\u260516\/06\/1902  \u202003\/09\/1992<br>Geneticista americana considerada uma das figuras mais importantes da hist\u00f3ria da gen\u00e9tica. Nas d\u00e9cadas de 1940 e 1950, o trabalho de McClintock sobre a citogen\u00e9tica do milho a levou a teorizar que os genes s\u00e3o transpon\u00edveis &#8211; eles podem se mover &#8211; nos e entre os cromossomos. McClintock tirou essa infer\u00eancia observando padr\u00f5es de mudan\u00e7a de colora\u00e7\u00e3o em gr\u00e3os de milho ao longo de gera\u00e7\u00f5es de cruzamentos controlados. A ideia de que os genes podiam se mover n\u00e3o parecia se encaixar com o que se sabia sobre os genes, mas as t\u00e9cnicas moleculares aprimoradas do final dos anos 1970 e in\u00edcio dos anos 1980 permitiram que outros cientistas confirmassem sua descoberta. Ela recebeu o Pr\u00eamio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1983, a primeira mulher americana a ganhar um Pr\u00eamio Nobel n\u00e3o compartilhado.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua grandiosidade, a seguir temos tr\u00eas textos sobre a vida e obra desta brilhante cientista.<\/p>\n\n\n\n<div  align=\"left\" id=\"google\" class=\"google\">\n<script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- Responsivo1 -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block; background:#FFF\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-8479963969486292\"\n     data-ad-slot=\"8933646630\"\n     data-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script>\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br>ENCICLOP\u00c9DIA BRITANNICA<\/h2>\n\n\n\n<p>Cientista americana cuja descoberta nas d\u00e9cadas de 1940 e 50 de elementos gen\u00e9ticos m\u00f3veis, ou &#8220;genes saltadores&#8221;, recebeu o Pr\u00eamio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1983.<\/p>\n\n\n\n<p>McClintock, cujo pai era m\u00e9dico, teve grande prazer na ci\u00eancia quando crian\u00e7a e desde cedo demonstrou a independ\u00eancia de mente e a\u00e7\u00e3o que ela exibiria pelo resto de sua vida. Depois de frequentar o ensino m\u00e9dio, ela se matriculou em biologia na Cornell University em 1919. Ela recebeu um B.S. em 1923, fez um mestrado dois anos depois e, tendo se especializado em citologia, gen\u00e9tica e zoologia, um doutorado. em 1927. Posteriormente deu in\u00edcio ao trabalho que ocuparia toda a sua vida profissional: a an\u00e1lise cromoss\u00f4mica do milho. Ela usou um microsc\u00f3pio e uma t\u00e9cnica de colora\u00e7\u00e3o que lhe permitiu examinar, identificar e descrever os cromossomos de milho individuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1931, ela e uma colega, Harriet Creighton, publicaram &#8220;A Correlation of Cytological and Genetics Crossing-over in Zea mays&#8221;, um artigo que estabeleceu que os cromossomos formavam a base da gen\u00e9tica. Com base em seus experimentos e publica\u00e7\u00f5es durante a d\u00e9cada de 1930, McClintock foi eleita vice-presidente da Sociedade de Gen\u00e9tica da Am\u00e9rica em 1939 e presidente da Sociedade de Gen\u00e9tica em 1944. Ela recebeu uma bolsa Guggenheim em 1933 para estudar na Alemanha, mas saiu cedo por causa de a ascens\u00e3o do nazismo. Quando voltou para Cornell, sua alma mater, descobriu que a universidade n\u00e3o contrataria uma professora. A Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller financiou sua pesquisa em Cornell (1934-1936) at\u00e9 que ela foi contratada pela Universidade de Missouri (1936-1941).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1941, McClintock mudou-se para Long Island, Nova York, para trabalhar no Cold Spring Harbor Laboratory, onde passou o resto de sua vida profissional. Na d\u00e9cada de 1940, ao observar e experimentar varia\u00e7\u00f5es na colora\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os de milho, ela descobriu que a informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica n\u00e3o \u00e9 estacion\u00e1ria. Tra\u00e7ando mudan\u00e7as de pigmenta\u00e7\u00e3o no milho e usando um microsc\u00f3pio para examinar os grandes cromossomos da planta, ela isolou dois genes que chamou de &#8220;elementos controladores&#8221;. Esses genes controlavam os genes que eram realmente respons\u00e1veis \u200b\u200bpela pigmenta\u00e7\u00e3o. McClintock descobriu que os elementos controladores podem se mover ao longo do cromossomo para um local diferente, e que essas mudan\u00e7as afetam o comportamento dos genes vizinhos. Ela sugeriu que esses elementos transpon\u00edveis eram respons\u00e1veis \u200b\u200bpor novas muta\u00e7\u00f5es na pigmenta\u00e7\u00e3o ou outras caracter\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho de McClintock estava \u00e0 frente de seu tempo e por muitos anos foi considerado muito radical &#8211; ou foi simplesmente ignorado &#8211; por seus colegas cientistas. Profundamente decepcionada com seus colegas, ela parou de publicar os resultados de seu trabalho e de dar palestras, embora continuasse fazendo pesquisas. S\u00f3 no final dos anos 1960 e 1970, depois que bi\u00f3logos determinaram que o material gen\u00e9tico era DNA, membros da comunidade cient\u00edfica come\u00e7aram a verificar suas primeiras descobertas. Quando o reconhecimento finalmente veio, McClintock foi inundado com pr\u00eamios e homenagens, principalmente o Pr\u00eamio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1983. Ela foi a primeira mulher a ser a \u00fanica vencedora deste pr\u00eamio.<\/p>\n\n\n\n<p>Barbara McClintock, (nascida em 16 de junho de 1902, Hartford, Connecticut, EUA &#8211; morreu em 2 de setembro de 1992, Huntington, Nova York),<\/p>\n\n\n\n<div  align=\"left\" id=\"google\" class=\"google\">\n<script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- Responsivo1 -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block; background:#FFF\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-8479963969486292\"\n     data-ad-slot=\"8933646630\"\n     data-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script>\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br>WIKIP\u00c9DIA<\/h2>\n\n\n\n<p><br>Foi uma citogeneticista americana, doutora em bot\u00e2nica e vencedora do pr\u00eamio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1983 pela descoberta dos elementos gen\u00e9ticos m\u00f3veis, que causam o fen\u00f4meno conhecido como transposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica. \u00c9 considerada, ao lado de Gregor Mendel e Thomas Hunt Morgan, uma das tr\u00eas mais importantes figuras da hist\u00f3ria da gen\u00e9tica, tendo demonstrado diversos conceitos fundamentais, tais como a recombina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica por crossing-over, os pap\u00e9is dos tel\u00f4meros e dos centr\u00f4meros dos cromossomos.<\/p>\n\n\n\n<p>Empreendeu uma das mais espetaculares descobertas da gen\u00e9tica, os genes saltadores ou transposons. Na d\u00e9cada de 1940, Barbara realizou experi\u00eancias com variantes de milho e descobriu que &#8220;a informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica n\u00e3o \u00e9 im\u00f3vel&#8221;, e que genes podem &#8220;ligar&#8221; e &#8220;desligar&#8221; a manifesta\u00e7\u00e3o f\u00edsica de certos fen\u00f3tipos.<\/p>\n\n\n\n<p>Devido ao ceticismo de outros cientistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas descobertas e suas implica\u00e7\u00f5es, McClintock parou de publicar seus dados em 1953. Os mecanismos de regula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica s\u00f3 passaram a ser mais bem compreendidos nas d\u00e9cadas de 60 e 70, de forma que se passaram mais de trinta anos entre sua descoberta, fundamental para a gen\u00e9tica, e o seu reconhecimento, com o recebimento do Pr\u00eamio Nobel em 1983.<\/p>\n\n\n\n<p>Barbara McClintock tamb\u00e9m realizou numerosas contribui\u00e7\u00f5es para a compreens\u00e3o da citogen\u00e9tica e aspectos etnobot\u00e2nicos das variedades de milho na Am\u00e9rica do Sul, tendo publicado o primeiro mapa gen\u00e9tico para esta planta.<\/p>\n\n\n\n<p>Fam\u00edlia e inf\u00e2ncia<\/p>\n\n\n\n<p>Barbara McClintock nasceu em 16 de junho de 1902 em Hartford, capital do estado americano de Connecticut. Era a terceira dos quatro filhos do m\u00e9dico Thomas Henry McClintock e de Sara Handy McClintock. Thomas era filho de imigrantes brit\u00e2nicos, enquanto Sara Handy era descendente de uma antiga fam\u00edlia americana que chegou a bordo do navio Mayflower. Marjorie, a filha mais velha do casal, nasceu em outubro de 1898; Mignon, a segunda filha, nasceu em novembro de 1900. E o ca\u00e7ula Malcolm Rider nasceu 18 meses depois de Barbara.<br>Inicialmente chamada de Eleanor, seus pais acharam que esse nome era &#8220;feminino&#8221; e &#8220;delicado&#8221; demais, inapropriado para a personalidade dela. Escolheram ent\u00e3o batiz\u00e1-la de Barbara. Desde cedo, mostrou ser uma pessoa independente, um tra\u00e7o que ela mais tarde identificaria como sua &#8220;capacidade de estar s\u00f3&#8221;. Entrou na escola aos tr\u00eas anos de idade, e na \u00e9poca precisou morar com os tios no Brooklyn, em Nova Iorque, para reduzir as despesas da fam\u00edlia, enquanto seu pai se estabelecia como m\u00e9dico. Barbara foi descrita como uma crian\u00e7a solit\u00e1ria e independente, uma &#8220;menina moleque&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div  align=\"left\" id=\"google\" class=\"google\">\n<script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- Responsivo1 -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block; background:#FFF\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-8479963969486292\"\n     data-ad-slot=\"8933646630\"\n     data-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script>\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Ela lidava bem com seu pai, mas tinha uma rela\u00e7\u00e3o dif\u00edcil com sua m\u00e3e, tens\u00e3o que come\u00e7ou quando jovem.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1908, a fam\u00edlia McClintock mudou-se para o Brooklyn, e Barbara p\u00f4de completar sua educa\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria no Erasmus Hall High School; onde se formou no in\u00edcio de 1919. Ela descobriu seu amor pela ci\u00eancia e reafirmou sua personalidade solit\u00e1ria durante o ensino m\u00e9dio, tamb\u00e9m queria continuar os seus estudos na Faculdade de Agricultura da Universidade Cornell. Sua m\u00e3e se op\u00f4s ao ingresso na faculdade pois temia que ela teria dificuldades para se casar. Barbara quase foi impedida de come\u00e7ar seu curso superior, mas seu pai interveio j\u00e1 bastante pr\u00f3ximo ao dia da matr\u00edcula, e a jovem Barbara p\u00f4de efetivar sua inscri\u00e7\u00e3o na Cornell em 1919.<br>Educa\u00e7\u00e3o e pesquisa na Cornell<\/p>\n\n\n\n<p>Barbara come\u00e7ou seus estudos na Faculdade de Agricultura da Universidade Cornell em 1919. L\u00e1, participou do gr\u00eamio estudantil e foi convidada a integrar uma irmandade, mas preferiu n\u00e3o participar de organiza\u00e7\u00f5es formais. Em vez disso, Barbara interessou-se por m\u00fasica, especificamente o jazz.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela estudou bot\u00e2nica, recebendo o grau de Bachelor of Science em 1923. Seu interesse em gen\u00e9tica foi despertado quando fez seu primeiro curso nessa \u00e1rea em 1921. O curso era baseado em um curso similar oferecido na Universidade de Harvard, e foi ministrado por Claude B. Hutchison, um cultivador de plantas e geneticista. Hutchison ficou impressionado com o interesse da jovem estudante, e telefonou para convid\u00e1-la a participar do curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em gen\u00e9tica na Universidade Cornell, em 1922. McClintock apontou o convite de Hutchison como a raz\u00e3o para ela ter seguido carreira em gen\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante sua p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e depois como monitora de bot\u00e2nica, Barbara foi fundamental na cria\u00e7\u00e3o de um grupo de estudo no novo campo da citogen\u00e9tica em milho. Este grupo reuniu cultivadores de plantas e citologistas, e incluiu Charles R. Burnham, Marcus Rhoades, George Beadle (vencedor do Pr\u00eamio Nobel 1958 por mostrar o controle do metabolismo pelos genes), e Harriet Creighton. Rollins A. Emerson, chefe do Departamento de Melhoramento de Plantas, apoiava esses esfor\u00e7os, embora n\u00e3o fosse citologista. A pesquisa de McClintock em citogen\u00e9tica foi focada no desenvolvimento de formas de visualizar e caracterizar os cromossomos do milho. Esta parte espec\u00edfica de seu trabalho influenciou uma gera\u00e7\u00e3o de estudantes, ja que foi inclu\u00edda na maioria dos livros did\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Barbara tamb\u00e9m desenvolveu uma t\u00e9cnica utilizando colora\u00e7\u00e3o carmim para visualizar os cromossomos do milho, e mostrou pela primeira vez a morfologia dos 10 cromossomos do milho. Esta descoberta foi feita por ela observando c\u00e9lulas do micr\u00f3sporo, ao inv\u00e9s da ponta da raiz. Ao estudar a morfologia dos cromossomos, McClintock foi capaz de estabelecer a liga\u00e7\u00e3o de grupos cromoss\u00f4micos espec\u00edficos de caracter\u00edsticas que eram herdados em conjunto. Marcus Rhoades observou que o artigo de McClintock de 1929 na revista Genetics onde caracterizou os cromossomos de milho triploides, desencadeou interesse cient\u00edfico em citogen\u00e9tica de milho, e atribuiu a ela 10 dos 17 avan\u00e7os significativos nesta \u00e1rea, feitos por cientistas da Cornell entre 1929 e 1935.<\/p>\n\n\n\n<p>Barbara passou seus \u00faltimos anos, ap\u00f3s o Nobel, como l\u00edder e pesquisadora no Cold Spring Harbor Laboratory em Long Island, Nova York.<\/p>\n\n\n\n<p>Barbara morreu de causas naturais em Huntington, Nova York, em 2 de setembro de 1992, aos 90 anos. Nunca se casou, nem deixou filhos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">SITE DO PR\u00caMIO NOBEL<\/h2>\n\n\n\n<p><br>Pr\u00eamio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1983<br>Afilia\u00e7\u00e3o na \u00e9poca da premia\u00e7\u00e3o: Cold Spring Harbor Laboratory, Cold Spring Harbor, NY, EUA<br>Motiva\u00e7\u00e3o do pr\u00eamio: &#8220;por sua descoberta de elementos gen\u00e9ticos m\u00f3veis&#8221;.<br>Barbara McClintock cresceu em Connecticut e Nova York, nos Estados Unidos. Sua fam\u00edlia tinha pouco dinheiro, ent\u00e3o seu interesse em pesquisas foi visto com ceticismo. Era mais importante para ela se casar, sua fam\u00edlia pensava. Apesar disso, com o apoio do pai, Barbara come\u00e7ou a estudar no Cornell&#8217;s College of Agriculture em 1919, e seus estudos s\u00e3o onde seu interesse permaneceu. Ela nunca se casou, optando por dedicar sua vida \u00e0 pesquisa. Ela era t\u00edmida e tudo menos uma carreirista, mas ao mesmo tempo ela tamb\u00e9m percebeu a import\u00e2ncia do que ela havia conquistado, principalmente em seu papel de exemplo para outras mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalhos<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas caracter\u00edsticas dos organismos s\u00e3o determinadas pela hereditariedade &#8211; isto \u00e9, por seus genes &#8211; que s\u00e3o armazenados nos cromossomos dentro do n\u00facleo de suas c\u00e9lulas. Barbara McClintock estudou as caracter\u00edsticas heredit\u00e1rias do milho, por exemplo, as diferentes cores de seus gr\u00e3os. Ela estudou como essas caracter\u00edsticas s\u00e3o transmitidas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o e relacionou isso \u00e0s mudan\u00e7as nos cromossomos das plantas. Durante as d\u00e9cadas de 1940 e 1950, Barbara McClintock provou que os elementos gen\u00e9ticos \u00e0s vezes podem mudar de posi\u00e7\u00e3o em um cromossomo e que isso faz com que os genes pr\u00f3ximos se tornem ativos ou inativos.<\/p>\n\n\n\n<div  align=\"left\" id=\"google\" class=\"google\">\n<script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- Responsivo1 -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block; background:#FFF\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-8479963969486292\"\n     data-ad-slot=\"8933646630\"\n     data-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script>\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p><strong>AUTOBIOGRAFIA<\/strong><br>No outono de 1921, frequentei o \u00fanico curso de gen\u00e9tica aberto a alunos de gradua\u00e7\u00e3o na Universidade Cornell. Foi conduzido por C. B. Hutchison, ent\u00e3o professor do Departamento de Melhoramento de Plantas da Faculdade de Agricultura, que logo deixou Cornell para se tornar Chanceler da Universidade da Calif\u00f3rnia em Davis, Calif\u00f3rnia. Relativamente poucos alunos fizeram este curso e a maioria deles estava interessada em seguir a agricultura como profiss\u00e3o. A gen\u00e9tica como disciplina ainda n\u00e3o tinha recebido aceita\u00e7\u00e3o geral. Apenas 21 anos se passaram desde a redescoberta dos princ\u00edpios de hereditariedade de Mendel. Os experimentos gen\u00e9ticos, guiados por esses princ\u00edpios, se expandiram rapidamente nos anos entre 1900 e 1921. Os resultados desses estudos forneceram uma estrutura conceitual s\u00f3lida na qual os resultados subsequentes puderam ser ajustados. No entanto, houve relut\u00e2ncia por parte de alguns bi\u00f3logos profissionais em aceitar os conceitos revolucion\u00e1rios que estavam surgindo. Essa relut\u00e2ncia logo foi dissipada \u00e0 medida que a l\u00f3gica subjacente \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas se tornava cada vez mais evidente.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o curso de gradua\u00e7\u00e3o em gen\u00e9tica foi conclu\u00eddo em janeiro de 1922, recebi um telefonema do Dr. Hutchison. Ele deve ter percebido meu intenso interesse pelo conte\u00fado de seu curso, porque o objetivo de sua liga\u00e7\u00e3o era me convidar a participar do \u00fanico outro curso de gen\u00e9tica ministrado em Cornell. Foi programado para alunos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Seu convite foi aceito com prazer e grande expectativa. Obviamente, esse telefonema jogou a sorte para o meu futuro. Continuei com a gen\u00e9tica depois disso.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca em que eu fazia o curso de gradua\u00e7\u00e3o em gen\u00e9tica, estava matriculado em um curso de citologia ministrado por Lester W. Sharp, do Departamento de Bot\u00e2nica. Seus interesses se concentraram na estrutura dos cromossomos e seus comportamentos na mitose e meiose. Os cromossomos tornaram-se ent\u00e3o uma fonte de fasc\u00ednio, pois eram conhecidos por serem os portadores de \u201cfatores heredit\u00e1rios\u201d. Na \u00e9poca da formatura, n\u00e3o tive d\u00favidas sobre o rumo que desejava seguir para um curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Envolveria cromossomos e seu conte\u00fado e express\u00f5es gen\u00e9ticas, em suma, citogen\u00e9tica. Este campo havia apenas come\u00e7ado a revelar seus potenciais. Tenho perseguido isso desde ent\u00e3o e com tanto prazer ao longo dos anos quanto experimentei em meus dias de gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de completar os requisitos para o Ph.D. Na primavera de 1927, permaneci em Cornell para iniciar estudos com o objetivo de associar cada um dos dez cromossomos que comp\u00f5em o complemento de milho com os genes que cada um carrega. Com a participa\u00e7\u00e3o de outros, em particular do Dr. Charles R. Burnham, esta tarefa foi finalmente cumprida. Nesse \u00ednterim, no entanto, ocorreu uma sequ\u00eancia de eventos de grande significado para mim. Tudo come\u00e7ou com o aparecimento no outono de 1927 de George W. Beadle (um Pr\u00eamio Nobel) no Departamento de Melhoramento de Plantas para iniciar os estudos para seu doutorado. com o Professor Rollins A. Emerson. Emerson foi um eminente geneticista cuja conduta nos assuntos dos alunos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o foi notavelmente bem-sucedida, atraindo assim muitas das mentes mais brilhantes. No outono seguinte, Marcus M. Rhoades chegou ao Departamento de Melhoramento de Plantas para continuar seus estudos de gradua\u00e7\u00e3o para um doutorado. licenciatura, tamb\u00e9m com o Professor Emerson. Rhoades fez mestrado no Instituto de Tecnologia da Calif\u00f3rnia e conhecia bem as descobertas mais recentes dos membros do grupo Morgan que trabalhavam com Drosophila. Tanto Beadle quanto Rhoades reconheceram a necessidade de um d a import\u00e2ncia de explorar a rela\u00e7\u00e3o entre cromossomos e genes, bem como outros aspectos da citogen\u00e9tica. A associa\u00e7\u00e3o inicial de n\u00f3s tr\u00eas, seguida subsequentemente pela inclus\u00e3o de qualquer estudante de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o interessado, formou um grupo unido ansioso para discutir todas as fases da gen\u00e9tica, incluindo aquelas que estavam sendo reveladas ou sugeridas por nossos pr\u00f3prios esfor\u00e7os. O grupo era autossustent\u00e1vel em todos os sentidos. Para cada um de n\u00f3s, este foi um per\u00edodo extraordin\u00e1rio. O cr\u00e9dito por seu sucesso \u00e9 do Professor Emerson, que silenciosamente ignorou alguns de nossos comportamentos aparentemente estranhos.<\/p>\n\n\n\n<div  align=\"left\" id=\"google\" class=\"google\">\n<script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- Responsivo1 -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block; background:#FFF\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-8479963969486292\"\n     data-ad-slot=\"8933646630\"\n     data-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script>\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Ao longo dos anos, os membros desse grupo mantiveram o relacionamento pessoal caloroso que nossa associa\u00e7\u00e3o gerou. A experi\u00eancia comunit\u00e1ria afetou profundamente cada um de n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>Os eventos relatados acima foram, de longe, os mais influentes no direcionamento de minha vida cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>LEIA<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Barbara_McClintock\">https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Barbara_McClintock<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.britannica.com\/biography\/Barbara-McClintock\">https:\/\/www.britannica.com\/biography\/Barbara-McClintock<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.nobelprize.org\/prizes\/medicine\/1983\/mcclintock\/biographical\/\">https:\/\/www.nobelprize.org\/prizes\/medicine\/1983\/mcclintock\/biographical\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.famousscientists.org\/barbara-mcclintock\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Site Cientistas Famosos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/meetings.ami.org\/2020\/project\/the-life-of-barbara-mcclintock-and-her-jumping-gene\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Site da AMI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div  align=\"left\" id=\"google\" class=\"google\">\n<script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- Responsivo1 -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block; background:#FFF\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-8479963969486292\"\n     data-ad-slot=\"8933646630\"\n     data-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script>\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das figuras mais importantes da hist\u00f3ria da gen\u00e9tica. 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