Da atuação nos palcos da Broadway ao Laboratório de Ciências Nucleares do MIT, a trajetória de Jessica Fry em busca do áxion.
Resumo
Jessica Fry, estudante de doutorado do Laboratório de Ciências Nucleares do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), possui uma trajetória incomum: antes de se dedicar à física de partículas e à busca pela matéria escura, passou pelos palcos da Broadway. Conhecida por não fazer nada pela metade, ela agora lidera esforços experimentais em busca da partícula mais esquiva do universo: o áxion.
A caçada ao áxion
Os áxions são partículas hipotéticas consideradas uma das principais soluções para o mistério da matéria escura, que compõe a maior parte da massa do universo, mas permanece invisível e indetectável por métodos convencionais.
No MIT, Fry aplica sua dedicação e rigor analítico no desenvolvimento de experimentos sensíveis o suficiente para detectar a eventual conversão de áxions em fótons detectáveis, combinando precisão instrumental com a mesma intensidade que outrora aplicava às artes cênicas.