A corrente elétrica é o fluxo ordenado de partículas carregadas, como elétrons, através de um condutor. Este fluxo ocorre devido à diferença de potencial elétrico (voltagem) aplicada nas extremidades do condutor. A corrente elétrica é medida em amperes (A) e pode ser descrita pela fórmula:
\( I = \frac{Q}{t} \)
onde:
\( I \) é a corrente elétrica em amperes (A)
\( Q \) é a carga elétrica em coulombs (C)
\( t \) é o tempo em segundos (s)
Tipos de Corrente Elétrica
Existem dois tipos principais de corrente elétrica:
Corrente Contínua (CC ou DC): A corrente elétrica flui em uma única direção. É comum em baterias e dispositivos eletrônicos.
Corrente Alternada (CA ou AC): A corrente elétrica inverte a direção periodicamente. É o tipo de corrente mais utilizado em redes elétricas de residências e indústrias.
Lei de Ohm
A Lei de Ohm relaciona a tensão (V), a corrente (I) e a resistência (R) de um circuito elétrico. A fórmula é dada por:
\( V = R \cdot I \)
onde:
\( V \) é a tensão em volts (V)
\( R \) é a resistência em ohms (Ω)
\( I \) é a corrente em amperes (A)
Resistência Elétrica
A resistência elétrica é a oposição ao fluxo de corrente em um condutor. É determinada pelas propriedades do material do condutor e suas dimensões. A resistência pode ser calculada usando a fórmula:
\( R = \frac{\rho \cdot L}{A} \)
onde:
\( R \) é a resistência em ohms (Ω)
\( \rho \) é a resistividade do material em ohm-metros (Ω·m)
\( L \) é o comprimento do condutor em metros (m)
\( A \) é a área da seção transversal do condutor em metros quadrados (m²)
Importância da Corrente Elétrica
A corrente elétrica é essencial para o funcionamento de praticamente todos os dispositivos eletrônicos e elétricos que usamos no dia a dia. Desde acender uma lâmpada até alimentar complexos sistemas de computação, a corrente elétrica é fundamental para o funcionamento da sociedade moderna. Compreender os princípios da corrente elétrica é crucial para a engenharia elétrica, eletrônica e muitas outras áreas tecnológicas.
O que é Eletrodinâmica?
A Eletrodinâmica é a parte da Física que estuda os fenômenos associados à eletricidade em movimento, ou seja, correntes elétricas. Ao contrário da Eletrostática, que analisa cargas elétricas em repouso, a Eletrodinâmica foca no comportamento das cargas em movimento e as interações resultantes.
Princípios Fundamentais
Corrente Elétrica
A corrente elétrica, conforme discutido anteriormente, é o fluxo ordenado de partículas carregadas através de um condutor, causado pela diferença de potencial.
Lei de Ohm
A Lei de Ohm, já discutida, é fundamental para entender como tensão, corrente e resistência interagem em um circuito elétrico.
Componentes Básicos dos Circuitos
Resistores
Os resistores são componentes que limitam a corrente em um circuito, transformando a energia elétrica em calor. A resistência é medida em ohms (Ω).
Capacitores
Os capacitores armazenam energia elétrica no campo elétrico entre suas placas. A capacitância é medida em farads (F).
Indutores
Os indutores armazenam energia em um campo magnético gerado por uma corrente elétrica passando por uma bobina. A indutância é medida em henrys (H).
Importância da Eletrodinâmica
A Eletrodinâmica é essencial para o funcionamento de todos os dispositivos eletrônicos e elétricos, desde simples circuitos elétricos até complexos sistemas de telecomunicações e computação. Compreender os princípios da Eletrodinâmica é crucial para a engenharia elétrica, eletrônica e muitas outras áreas tecnológicas.
Usualmente os dispositivos elétricos de residências (lâmpadas, chuveiro, aquecedor) são ligados em ........ e submetidos a diferenças de potencial ........ . Comparando o consumo desses dispositivos, verifica-se que um aquecedor elétrico de 2000 W ligado durante uma hora consome ........ energia elétrica do que uma lâmpada de 60 W ligada durante um dia.
Assinale a alternativa que preenche de forma correta as três lacunas, respectivamente.
série - iguais - mais
série - diferentes - menos
série - diferentes - mais
paralelo - iguais - mais
paralelo - iguais - menos
UFRGS 1992/56
Para resolver a questão, precisamos entender como os dispositivos elétricos são conectados em uma residência e como calcular o consumo de energia elétrica.
Primeiramente, os dispositivos elétricos em uma residência são conectados em paralelo. Isso ocorre porque, em uma conexão em paralelo, cada dispositivo recebe a mesma tensão (diferença de potencial) da rede elétrica, permitindo que funcionem de forma independente. Portanto, a primeira lacuna é preenchida com "paralelo".
Em uma conexão em paralelo, os dispositivos são submetidos a diferenças de potencial iguais, pois todos estão conectados diretamente aos mesmos pontos de tensão da rede elétrica. Assim, a segunda lacuna é preenchida com "iguais".
Para comparar o consumo de energia elétrica, utilizamos a fórmula:
\( E = P \cdot t \)
onde \( E \) é a energia consumida, \( P \) é a potência do dispositivo e \( t \) é o tempo de uso.
Vamos calcular a energia consumida pelo aquecedor elétrico de 2000 W ligado durante uma hora:
Comparando os valores, vemos que o aquecedor consome mais energia elétrica do que a lâmpada:
\( 2000 \, \text{Wh} > 1440 \, \text{Wh} \)
Portanto, a terceira lacuna é preenchida com "mais".
A alternativa correta é:
(D) paralelo - iguais - mais
UFRGS 1992/57
No circuito elétrico da figura estão ligados uma bateria e três resistores de resistências elétricas \(R_1\), \(R_2\), \(R_3\), sendo \(R_1 > R_2 > R_3\),
Nessa situação,
a resistência elétrica dessa associação de resistores é igual a \(R_1 + R_2 + R_3\).
os três resistores estão submetidos à mesma diferença de potencial.
a diferença de potencial entre os extremos de cada resistor depende do valor da respectiva resistência elétrica.
os três resistores são percorridos pela mesma intensidade de corrente elétrica.
no resistor de maior resistência elétrica passa a corrente elétrica de maior intensidade.
UFRGS 1992/57
Para resolver essa questão, precisamos analisar o circuito elétrico apresentado na figura. O circuito mostra três resistores \(R_1\), \(R_2\) e \(R_3\) conectados em paralelo a uma bateria.
Quando resistores estão conectados em paralelo, eles compartilham a mesma diferença de potencial (voltagem) fornecida pela bateria. Portanto, a alternativa correta é a alternativa (B).
Vamos analisar cada alternativa para entender melhor:
(A) a resistência elétrica dessa associação de resistores é igual a \(R_1 + R_2 + R_3\).
Essa afirmação está incorreta. A fórmula para a resistência equivalente \(R_{eq}\) de resistores em paralelo é:
Portanto, a resistência equivalente não é simplesmente a soma das resistências.
(B) os três resistores estão submetidos à mesma diferença de potencial.
Essa afirmação está correta. Em um circuito paralelo, todos os resistores estão submetidos à mesma diferença de potencial fornecida pela bateria.
(C) a diferença de potencial entre os extremos de cada resistor depende do valor da respectiva resistência elétrica.
Essa afirmação está incorreta. Em um circuito paralelo, a diferença de potencial é a mesma para todos os resistores, independentemente de suas resistências.
(D) os três resistores são percorridos pela mesma intensidade de corrente elétrica.
Essa afirmação está incorreta. Em um circuito paralelo, a corrente elétrica se divide entre os resistores de acordo com suas resistências. A corrente total é a soma das correntes que passam por cada resistor.
(E) no resistor de maior resistência elétrica passa a corrente elétrica de maior intensidade.
Essa afirmação está incorreta. Em um circuito paralelo, a corrente elétrica é inversamente proporcional à resistência. Portanto, o resistor com maior resistência terá a menor corrente passando por ele.
Portanto, a alternativa correta é a (B).
UFRGS 1992/58
Um voltímetro indica uma força eletromotriz de 6,0 V quando só ele está ligado aos terminais de uma bateria. Em seguida, um resistor de 20,0 \(\Omega\) é também ligado aos terminais da bateria e o voltímetro passa a marcar 5,0 V. A resistência interna do voltímetro é muito maior do que a do resistor, podendo-se considerar desprezível o erro de medida devido à presença do voltímetro no circuito.
Qual a resistência interna da bateria?
0,25 \(\Omega\)
0,5 \(\Omega\)
1,0 \(\Omega\)
2,0 \(\Omega\)
4,0 \(\Omega\)
UFRGS 1992/58
Para resolver essa questão, precisamos entender o conceito de resistência interna de uma bateria e como ela afeta a leitura de tensão quando um resistor é conectado.
Inicialmente, o voltímetro indica uma força eletromotriz (fem) de 6,0 V quando está ligado apenas aos terminais da bateria. Isso significa que a tensão sem carga é 6,0 V.
Quando um resistor de 20,0 \(\Omega\) é conectado aos terminais da bateria, a leitura do voltímetro cai para 5,0 V. Isso ocorre devido à queda de tensão causada pela resistência interna da bateria.
Vamos usar a Lei de Ohm e a fórmula da força eletromotriz para encontrar a resistência interna \( r \) da bateria.
Primeiro, calculamos a corrente \( I \) que passa pelo circuito quando o resistor de 20,0 \(\Omega\) está conectado:
\( V = R \cdot I \)
\( 5,0 = 20,0 \cdot I \)
\( I = \frac{5,0}{20,0} \)
\( I = 0,25 \, \text{A} \)
Agora, usamos a fórmula da força eletromotriz considerando a resistência interna da bateria:
\( \text{fem} = V + r \cdot I \)
\( 6,0 = 5,0 + r \cdot 0,25 \)
\( 6,0 - 5,0 = r \cdot 0,25 \)
\( 1,0 = r \cdot 0,25 \)
\( r = \frac{1,0}{0,25} \)
\( r = 4,0 \, \Omega \)
Portanto, a resistência interna da bateria é 4,0 \(\Omega\).
A alternativa correta é:
(E) 4,0 \(\Omega\)
UFRGS 1992/59
59. Selecione a alternativa que completa corretamente as lacunas nas seguintes afirmações:
I - No verão, para diminuir a energia dissipada pelo resistor do chuveiro elétrico, costuma-se mudar a posição da chave de "inverno" para "verão", o que equivale a associar um segundo resistor em .......... com aquele ligado para o inverno.
II - Um transformador funciona com corrente elétrica .......... .
III - Uma lâmpada de filamento com as indicações "60 W" e "220 V" consome .......... do que 60 J/s quando ligada a uma rede de 120 V.
série - contínua - mais
série - alternada - menos
paralelo - contínua - mais
paralelo - alternada - mais
paralelo - alternada - menos
UFRGS 1992/59
Para resolver a questão, vamos analisar cada uma das afirmações:
I - No verão, para diminuir a energia dissipada pelo resistor do chuveiro elétrico, costuma-se mudar a posição da chave de "inverno" para "verão", o que equivale a associar um segundo resistor em .......... com aquele ligado para o inverno.
No verão, a chave do chuveiro elétrico é mudada para a posição "verão" para diminuir a energia dissipada. Isso é feito associando um segundo resistor em paralelo com o resistor já existente. Quando resistores são associados em paralelo, a resistência equivalente diminui, o que reduz a energia dissipada.
II - Um transformador funciona com corrente elétrica .......... .
Transformadores funcionam com corrente elétrica alternada. Isso ocorre porque a operação de um transformador depende da variação do campo magnético, que só é possível com corrente alternada.
III - Uma lâmpada de filamento com as indicações "60 W" e "220 V" consome .......... do que 60 J/s quando ligada a uma rede de 120 V.
Para resolver essa parte, vamos usar a Lei de Ohm e a fórmula da potência elétrica. A potência nominal da lâmpada é 60 W quando ligada a 220 V. A resistência da lâmpada pode ser calculada como:
\( P = \frac{V^2}{R} \)
Rearranjando para encontrar \( R \):
\( R = \frac{V^2}{P} \)
Substituindo os valores:
\( R = \frac{220^2}{60} \)
\( R \approx 806.67 \, \Omega \)
Agora, vamos calcular a potência dissipada quando a lâmpada é ligada a 120 V:
\( P = \frac{V^2}{R} \)
Substituindo os valores:
\( P = \frac{120^2}{806.67} \)
\( P \approx 17.85 \, W \)
Portanto, a lâmpada consome menos do que 60 J/s quando ligada a uma rede de 120 V.
Com base nas análises acima, a alternativa correta é:
(E) paralelo - alternada - menos
UFRGS 1993/62
Selecione a alternativa que completa corretamente as lacunas nas seguintes afirmações:
I - Para ligar um aparelho elétrico de 120 V em uma residência onde a tensão da rede elétrica é de 220 V, usa-se um transformador. Esse transformador funciona porque a corrente elétrica é .......... .
II - Ao ligar-se um conjunto de lâmpadas de filamento coloridas para iluminar um pinheirinho de Natal, uma delas "queimou" (rompeu o filamento). Como as demais lâmpadas continuaram acesas, conclui-se que elas estão ligadas em .......... .
III - Quando se precisa aumentar a temperatura de um ferro elétrico de passar roupas, gira-se o botão do resistor no sentido em que a sua resistência elétrica .......... .
contínua - série - aumenta
contínua - série - diminui
alternada - série - aumenta
alternada - paralelo - aumenta
alternada - paralelo - diminui
UFRGS 1993/62
Para resolver a questão, vamos analisar cada uma das afirmações e preencher as lacunas corretamente.
I - Para ligar um aparelho elétrico de 120 V em uma residência onde a tensão da rede elétrica é de 220 V, usa-se um transformador. Esse transformador funciona porque a corrente elétrica é .......... .
Um transformador é um dispositivo que funciona com corrente elétrica alternada. Ele é usado para aumentar ou diminuir a tensão elétrica. Portanto, a corrente elétrica deve ser alternada.
II - Ao ligar-se um conjunto de lâmpadas de filamento coloridas para iluminar um pinheirinho de Natal, uma delas "queimou" (rompeu o filamento). Como as demais lâmpadas continuaram acesas, conclui-se que elas estão ligadas em .......... .
Se uma lâmpada queima e as outras continuam acesas, isso indica que as lâmpadas estão ligadas em paralelo. Em uma ligação em série, se uma lâmpada queima, todas as outras apagam.
III - Quando se precisa aumentar a temperatura de um ferro elétrico de passar roupas, gira-se o botão do resistor no sentido em que a sua resistência elétrica .......... .
Para aumentar a temperatura de um ferro elétrico, a resistência elétrica deve diminuir. Isso ocorre porque, de acordo com a Lei de Ohm \( V = RI \), se a resistência diminui e a tensão \( V \) permanece constante, a corrente \( I \) aumenta, resultando em maior dissipação de energia na forma de calor.
Portanto, a alternativa correta é:
(E) alternada - paralelo - diminui
UFRGS 1993/63
A potência dissipada em 20 cm de um fio condutor é de 80 W quando seus extremos estão conectados a uma bateria ideal de 12 V. Qual a potência dissipada em 50 cm desse mesmo fio quando ligado nessa bateria?
16 W
32 W
40 W
200 W
400 W
UFRGS 1993/63
Para resolver essa questão, precisamos entender a relação entre a resistência do fio, a potência dissipada e a tensão aplicada. Vamos usar a Lei de Ohm e a fórmula da potência elétrica.
A Lei de Ohm é dada por:
\( V = RI \)
onde:
\( V \) é a tensão (em volts)
\( R \) é a resistência (em ohms)
\( I \) é a corrente (em amperes)
A potência dissipada em um resistor é dada por:
\( P = VI \)
Substituindo \( I \) da Lei de Ohm na fórmula da potência, temos:
\( P = V \left( \frac{V}{R} \right) = \frac{V^2}{R} \)
Sabemos que a resistência de um fio é proporcional ao seu comprimento. Se a resistência de 20 cm do fio é \( R \), então a resistência de 50 cm do mesmo fio será \( \frac{50}{20}R = 2.5R \).
Vamos calcular a resistência do fio de 20 cm usando a potência dissipada:
\( P = \frac{V^2}{R} \)
\( 80 = \frac{12^2}{R} \)
\( 80 = \frac{144}{R} \)
\( R = \frac{144}{80} \)
\( R = 1.8 \, \Omega \)
Agora, a resistência do fio de 50 cm será:
\( R_{50} = 2.5 \times 1.8 = 4.5 \, \Omega \)
Usando a fórmula da potência para o fio de 50 cm:
\( P_{50} = \frac{V^2}{R_{50}} \)
\( P_{50} = \frac{12^2}{4.5} \)
\( P_{50} = \frac{144}{4.5} \)
\( P_{50} = 32 \, W \)
Portanto, a potência dissipada em 50 cm desse mesmo fio quando ligado nessa bateria é 32 W.
A alternativa correta é:
(B) 32 W
UFRGS 1993/64 e 65
Instrução: As questões de números 64 e 65 referem-se à seguinte situação:
Duas pilhas idênticas, de 1,5 V cada uma e resistência interna desprezível, são ligadas a uma lâmpada de lanterna L, conforme mostra a figura.
UFRGS 1993/64
Qual a energia que deve ser fornecida por cada pilha para que uma quantidade de carga elétrica de 100 C passe pela lâmpada?
75 J
100 J
150 J
200 J
300 J
UFRGS 1993/64
Para resolver a questão 64, precisamos calcular a energia fornecida por cada pilha para que uma carga de 100 C passe pela lâmpada.
A energia elétrica \( E \) fornecida por uma fonte de tensão \( V \) para uma carga \( Q \) é dada pela fórmula:
\( E = V \cdot Q \)
Sabemos que cada pilha tem uma tensão de 1,5 V e a carga que passa pela lâmpada é de 100 C.
Portanto, a energia fornecida por cada pilha é:
\( E = 1,5 \, \text{V} \cdot 100 \, \text{C} \)
\( E = 150 \, \text{J} \)
Assim, a resposta correta é a alternativa
(C) 150 J.
UFRGS 1993/65
Quando uma das pilhas é desconectada,
a diferença de potencial entre os extremos da lâmpada diminui.
a potência fornecida pela outra pilha permanece inalterada.
a potência dissipada na lâmpada aumenta.
a corrente elétrica na lâmpada diminui.
a corrente elétrica na lâmpada permanece a mesma.
UFRGS 1993/65
Para resolver a questão 65, precisamos analisar o que acontece quando uma das pilhas é desconectada.
Quando as duas pilhas estão conectadas em série, a tensão total fornecida ao circuito é a soma das tensões das duas pilhas:
Se uma das pilhas é desconectada, a tensão fornecida ao circuito será apenas a tensão de uma pilha:
\( V_{\text{total}} = 1,5 \, \text{V} \)
De acordo com a Lei de Ohm, a corrente elétrica \( I \) em um circuito é dada por:
\( V = R \cdot I \)
Se a tensão \( V \) diminui e a resistência \( R \) permanece constante, a corrente \( I \) também diminuirá.
Portanto, a corrente elétrica na lâmpada diminui, e a resposta correta é a alternativa
(D) a corrente elétrica na lâmpada diminui.
UFRGS 1994/55
Os pontos A, B, C, D e E da figura abaixo estão ligados por fios condutores metálicos de igual comprimento e espessura, feitos do mesmo material, constituindo, cada um, uma resistência não desprezível. O circuito principal é percorrido por uma corrente contínua \( I \).
Nesta situação, a corrente elétrica
no fio AB é maior do que aquela em CD.
no fio BE é o dobro daquela em BC.
que entra no nó B é menor do que aquela que sai do nó D.
no fio AD é menor do que aquela em AB.
que entra no nó B é maior do que aquela que sai do nó C.
UFRGS 1994/55
Para resolver a questão, precisamos analisar o circuito e aplicar as leis de Kirchhoff e a Lei de Ohm \( V = RI \).
Primeiro, vamos considerar que todos os fios têm a mesma resistência \( R \), pois são de igual comprimento, espessura e material.
Vamos analisar as correntes nos diferentes ramos do circuito:
1. A corrente \( I \) que sai da fonte se divide nos nós A e D.
2. No nó A, a corrente \( I \) se divide em duas partes: \( I_1 \) que vai para o nó B e \( I_2 \) que vai para o nó D.
3. No nó D, a corrente \( I_2 \) se divide em duas partes: \( I_3 \) que vai para o nó C e \( I_4 \) que vai para o nó E.
4. No nó B, a corrente \( I_1 \) se divide em duas partes: \( I_5 \) que vai para o nó E e \( I_6 \) que vai para o nó C.
5. No nó C, as correntes \( I_3 \) e \( I_6 \) se combinam para formar a corrente \( I_7 \) que vai para o nó D.
6. No nó E, as correntes \( I_4 \) e \( I_5 \) se combinam para formar a corrente \( I_8 \) que vai para o nó B.
Agora, vamos analisar cada alternativa:
(A) no fio AB é maior do que aquela em CD.
Pelo princípio da conservação da carga elétrica a corrente em AB é a mesma que em CD.
Portanto, a alternativa (A) está incorreta.
(B) no fio BE é o dobro daquela em BC.
O trecho BE (pois está em série com o trecho EC) tem o dobro da resistência do trecho BC, o que implica em metade da corrente que passa por BC.
Portanto, a alternativa (B) está incorreta.
(C) que entra no nó B é menor do que aquela que sai do nó D.
A corrente que entra no nó B \( (I_1) \) é apenas uma parte da corrente total \( I \), enquanto a corrente que sai do nó D é a corrente total \( I \). Portanto, a corrente que entra no nó B é menor do que a que sai do nó D.
Portanto, a alternativa (C) está correta.
(D) no fio AD é menor do que aquela em AB.
A resistência elétrica entre AD é, por exemplo, R, enquanto a resistência no outro ramo, que inclui R_AB + (R_BE +R_EC)//R_BC +R_CB é
\(R_{\text{total}} = \frac{8R}{3} \)
Portanto a reistência elétrica entre AD é menor do que no outro ramo, implicando em uma corrente maior.
(E) que entra no nó B é maior do que aquela que sai do nó C.
A corrente que entra no nó B deve ser igual àquela que sai do nó C, já que a corrente é conservada no circuito. Portanto, esta alternativa está incorreta.
Assim, a alternativa correta é:
(C) que entra no nó B é menor do que aquela que sai do nó D.
UFRGS 1994/56
Para o circuito elétrico da figura abaixo, qual o valor da diferença de potencial entre os pontos A e B?
3,0 V
3,5 V
4,5 V
5,0 V
6,5 V
UFRGS 1994/56
Para resolver a questão, vamos seguir os seguintes passos:
Calcular a resistência total do circuito.
Calcular a corrente elétrica total.
Determinar a divisão da corrente no ponto A.
Calcular a diferença de potencial entre os pontos A e B.
Passo 1: Calcular a resistência total do circuito
Primeiro, vamos calcular a resistência dos resistores de \(2 \, \Omega\) e \(3 \, \Omega\) em série:
Portanto, a diferença de potencial entre os pontos A e B é \(5 \, \text{V}\).
A resposta correta é a alternativa
(D) 5,0 V.
UFRGS 1994/57
Uma bateria ideal, capaz de manter entre seus terminais uma diferença de potencial fixa \(V\), é ligada a uma resistência \(R\). Nesta situação, uma potência \(P_0\) é dissipada na resistência. Se uma segunda resistência, de mesmo valor, for ligada em série com a primeira, a potência dissipada em cada uma das resistências será
\(2 P_0\)
\(P_0\)
\(\frac{P_0}{\sqrt{2}}\)
\(\frac{P_0}{2}\)
\(\frac{P_0}{4}\)
UFRGS 1994/57
Para resolver essa questão, vamos usar a Lei de Ohm e a fórmula da potência dissipada em um resistor.
Primeiramente, sabemos que a potência dissipada em um resistor é dada por:
\( P = \frac{V^2}{R} \)
Onde \( P \) é a potência, \( V \) é a tensão e \( R \) é a resistência.
Na situação inicial, temos uma resistência \( R \) e uma tensão \( V \), então a potência dissipada \( P_0 \) é:
\( P_0 = \frac{V^2}{R} \)
Agora, se adicionarmos uma segunda resistência \( R \) em série com a primeira, a resistência total do circuito será:
\( R_{\text{total}} = R + R = 2R \)
A tensão \( V \) da bateria é a mesma, então a nova potência dissipada no circuito será:
Comparando com a potência inicial \( P_0 \), temos:
\( \frac{P_0}{4} = \frac{V^2}{4R} \)
Portanto, a potência dissipada em cada uma das resistências será \( \frac{P_0}{4} \).
A resposta correta é a alternativa
(E) \( \frac{P_0}{4} \).
UFRGS 1994/58
Verifica-se que a diferença de potencial \( V \) entre os terminais de uma fonte de corrente contínua depende da intensidade da corrente \( I \), que circula no circuito, de acordo com o gráfico abaixo.
Pode-se afirmar que a fonte dissipa internamente:
nenhuma energia, pois sua resistência interna é desprezível.
0,5 watt, nas condições de funcionamento do ponto A.
1 watt, nas condições de funcionamento do ponto A.
2 watt, nas condições de funcionamento do ponto B.
2 watt, nas condições de funcionamento do ponto C.
UFRGS 1994/58
Para resolver esta questão, precisamos entender como a potência dissipada internamente pela fonte é calculada. A potência dissipada em uma resistência interna \( r \) de uma fonte de tensão é dada por:
\( P = r \cdot I^2 \)
Primeiro, vamos determinar a resistência interna \( r \) da fonte. A diferença de potencial \( V \) entre os terminais da fonte é dada pela Lei de Ohm na forma:
\( V = E - r \cdot I \)
onde \( E \) é a força eletromotriz (fem) da fonte. Do gráfico, podemos observar dois pontos:
No ponto A: \( V_A = 6 \, \text{V} \) e \( I_A = 0 \, \text{A} \)
No ponto C: \( V_C = 4 \, \text{V} \) e \( I_C = 1 \, \text{A} \)
Usando esses pontos, podemos escrever duas equações:
\( 6 = E - r \cdot 0 \)
\( 4 = E - r \cdot 1 \)
Da primeira equação, temos:
\( E = 6 \, \text{V} \)
Substituindo na segunda equação:
\( 4 = 6 - r \cdot 1 \)
\( r = 2 \, \Omega \)
Agora que temos a resistência interna \( r \), podemos calcular a potência dissipada em cada ponto:
(E) 2 watt, nas condições de funcionamento do ponto C.
UFRGS 1994/59
Quatro pilhas idênticas, de 1,5 V cada uma e de resistência interna desprezível, são ligadas a uma lâmpada de filamento, L, conforme mostra a figura.
Supondo que a resistência do filamento da lâmpada seja igual a 40 \(\Omega\), quanto tempo será preciso esperar até que 3 C de carga elétrica tenham passado pela lâmpada?
5 segundos.
10 segundos.
15 segundos.
20 segundos.
25 segundos.
UFRGS 1994/59
Para resolver essa questão, precisamos usar a Lei de Ohm e a definição de corrente elétrica.
A Lei de Ohm é dada por:
\( V = RI \)
Onde:
\( V \) é a tensão (em volts)
\( R \) é a resistência (em ohms)
\( I \) é a corrente (em amperes)
Primeiro, vamos calcular a tensão total fornecida pelas quatro pilhas. Cada pilha tem uma tensão de 1,5 V, e elas estão ligadas em série, então a tensão total é:
\( V_{total} = 4 \times 1,5 \, V = 6 \, V \)
Sabemos que a resistência do filamento da lâmpada é 40 \(\Omega\). Usando a Lei de Ohm, podemos calcular a corrente que passa pela lâmpada:
\( I = \frac{V_{total}}{R} = \frac{6 \, V}{40 \, \Omega} = 0,15 \, A \)
A corrente elétrica \( I \) é a quantidade de carga \( Q \) que passa por um ponto em um determinado intervalo de tempo \( t \), dada pela fórmula:
\( I = \frac{Q}{t} \)
Queremos encontrar o tempo \( t \) necessário para que 3 C de carga elétrica passem pela lâmpada. Rearranjando a fórmula acima, temos:
\( t = \frac{Q}{I} = \frac{3 \, C}{0,15 \, A} = 20 \, s \)
Portanto, a resposta correta é:
(D) 20 segundos.
UFRGS 1994/61
Assinale a alternativa INCORRETA:
O gerador elétrico é um dispositivo que converte outras formas de energia em energia elétrica.
O pólo negativo de uma pilha corresponde ao terminal de menor potencial elétrico dessa pilha.
Um transformador elétrico funciona tanto com corrente alternada quanto com corrente contínua.
Um motor elétrico converte energia elétrica em energia mecânica.
Uma bateria de carro converte energia proveniente de reações químicas em energia elétrica.
UFRGS 1994/61
A questão pede para identificar a alternativa INCORRETA. Vamos analisar cada uma das alternativas:
(A) O gerador elétrico é um dispositivo que converte outras formas de energia em energia elétrica.
Esta afirmação está correta. Um gerador elétrico converte energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica.
(B) O pólo negativo de uma pilha corresponde ao terminal de menor potencial elétrico dessa pilha.
Esta afirmação está correta. Em uma pilha, o pólo negativo é o terminal de menor potencial elétrico.
(C) Um transformador elétrico funciona tanto com corrente alternada quanto com corrente contínua.
Esta afirmação está incorreta. Um transformador elétrico só funciona com corrente alternada (CA). Transformadores não funcionam com corrente contínua (CC) porque a CC não cria um campo magnético variável necessário para a indução eletromagnética.
(D) Um motor elétrico converte energia elétrica em energia mecânica.
Esta afirmação está correta. Um motor elétrico converte energia elétrica em energia mecânica.
(E) Uma bateria de carro converte energia proveniente de reações químicas em energia elétrica.
Esta afirmação está correta. Uma bateria de carro converte energia química em energia elétrica através de reações eletroquímicas.
Portanto, a alternativa INCORRETA é a alternativa:
(C) Um transformador elétrico funciona tanto com corrente alternada quanto com corrente contínua.
UFRGS 1995
Instrução: O enunciado e a figura referem-se às questões de números 21 e 22.
Na figura, R representa um resistor variável, cuja resistência pode ser alterada desde zero até um valor máximo igual a \(2 \cdot 10^4 \Omega\), \(R_1 = 10^4 \Omega\) e \(R_2 = 2 \cdot 10^4 \Omega\).
UFRGS 1995/21
Quais são, respectivamente, as intensidades máxima e mínima da corrente elétrica \( i \) que passa em \( R_1 \)? \( (\text{1 mA } = 10^{-3} \text{A} )\)
10,0 mA e 5,0 mA
10,0 mA e 2,5 mA
8,0 mA e 2,0 mA
8,0 mA e 5,0 mA
8,0 mA e 4,0 mA
UFRGS 1995/21
Para resolver esta questão, precisamos determinar as intensidades máxima e mínima da corrente elétrica \( i \) que passa pelo resistor \( R_1 \).
Situação 1: \( R = 0 \)
Quando \( R \) é zero, há um curto-circuito, e toda a corrente flui através de \( R \), ignorando \( R_2 \). Portanto, a corrente total fornecida pela fonte de tensão flui através de \( R_1 \) e \( R \).
A resistência total do circuito é a resistência de \( R_1 \):
\( R_{total} = R_1 = 10^4 \Omega \)
Aplicamos a Lei de Ohm para encontrar a corrente total \( I \) no circuito:
Aplicamos a Lei de Ohm para encontrar a corrente total \( I \) no circuito:
\( V = R_{total} \cdot I \)
Substituindo \( V = 100 \, \text{V} \) e \( R_{total} = 2 \cdot 10^4 \Omega \):
\( 100 = 2 \cdot 10^4 \cdot I \)
\( I = \frac{100}{2 \cdot 10^4} \)
\( I = \frac{100}{20000} \)
\( I = 5 \cdot 10^{-3} \, \text{A} \)
\( I = 5 \, \text{mA} \)
Portanto, a intensidade mínima da corrente elétrica \( i \) que passa por \( R_1 \) é \( 5 \, \text{mA} \).
Conclusão: As intensidades máxima e mínima da corrente elétrica \( i \) que passa em \( R_1 \) são 10,0 mA e 5,0 mA, respectivamente, o que corresponde à alternativa (A).
Outro método de resolução
Para resolver essa questão, precisamos calcular a potência elétrica total fornecida pela fonte de tensão quando \( R = 0 \). Vamos usar a fórmula da potência elétrica \( P = VI \), onde \( V \) é a tensão e \( I \) é a corrente.
Situação: \( R = 0 \)
Quando \( R = 0 \), há um curto-circuito, e toda a corrente flui através de \( R \), ignorando \( R_2 \). Portanto, a resistência total do circuito é a resistência de \( R_1 \).
Aplicamos a Lei de Ohm para encontrar a corrente total \( I \) no circuito:
\( V = R_{total} \cdot I \)
Substituindo \( V = 100 \, \text{V} \) e \( R_{total} = 10^4 \Omega \):
Portanto, a potência elétrica total fornecida pela fonte de tensão, quando \( R = 0 \) e a resistência interna da fonte é desprezível, é \( 1 \, \text{W} \). A resposta correta é a alternativa (B).
Situação: \( R \) e \( R_2 \) em paralelo
Quando \( R \) está em paralelo com \( R_2 \), a resistência equivalente \( R_{eq} \) pode ser calculada usando a fórmula:
\( R_{eq} = \frac{R \cdot R_2}{R + R_2} \)
Essa fórmula é válida sempre que dois resistores estão em paralelo. Vamos aplicar essa fórmula ao exemplo onde \( R = 2 \cdot 10^4 \Omega \) e \( R_2 = 2 \cdot 10^4 \Omega \).
Então, a resistência equivalente \( R_{eq} \) para \( R \) e \( R_2 \) em paralelo é \( 10^4 \Omega \).
Esta resistência equivalente \( R_{eq} \) está em série com \( R_1 \), então a resistência total do circuito será:
\( R_{total} = R_1 + R_{eq} \)
\( R_{total} = 10^4 + 10^4 \)
\( R_{total} = 2 \cdot 10^4 \Omega \)
Aplicando a Lei de Ohm para encontrar a corrente total \( I \) no circuito:
\( V = R_{total} \cdot I \)
Substituindo:
\( V = 100 \, \text{V} \) e
\( R_{total} = 2 \cdot 10^4 \Omega \):
\( 100 = 2 \cdot 10^4 \cdot I \)
\( I = \frac{100}{2 \cdot 10^4} \)
\( I = 5 \cdot 10^{-3} \, \text{A} \)
\( I = 5 \, \text{mA} \)
Portanto, essa análise confirma que a corrente mínima \( i \) que passa por \( R_1 \) é \( 5 \, \text{mA} \), como calculado anteriormente.
UFRGS 1995/22
Para o caso em que \( R = 0 \), qual é a potência elétrica total fornecida pela fonte de tensão, supondo que a sua resistência interna seja desprezível?
0,5W
1,0W
1,5W
2,0W
2,5W
UFRGS 1995/22
Para resolver essa questão, precisamos calcular a potência elétrica total fornecida pela fonte de tensão quando \( R = 0 \). Vamos usar a fórmula da potência elétrica \( P = VI \), onde \( V \) é a tensão e \( I \) é a corrente.
Situação: \( R = 0 \)
Quando \( R = 0 \), há um curto-circuito, e toda a corrente flui através de \( R \), ignorando \( R_2 \). Portanto, a resistência total do circuito é a resistência de \( R_1 \).
A resistência total do circuito é \( R_{total} = R_1 = 10^4 \Omega \).
Aplicamos a Lei de Ohm para encontrar a corrente total \( I \) no circuito:
\( V = R_{total} \cdot I \)
Substituindo:
\( V = 100 \, \text{V} \) e
\( R_{total} = 10^4 \Omega \):
\( 100 = 10^4 \cdot I \)
\( I = \frac{100}{10^4} \)
\( I= 10^{-2} \, \text{A} \)
\( I= 10 \, \text{mA} \)
Agora, calculamos a potência \( P \) fornecida pela fonte de tensão:
Portanto, a potência elétrica total fornecida pela fonte de tensão, quando \( R = 0 \) e a resistência interna da fonte é desprezível, é \( 1 \, \text{W} \). A resposta correta é a alternativa (B).
UFRGS 1996/21
Somando-se as cargas dos elétrons livres contidos em 1 cm³ de um condutor metálico, encontra-se aproximadamente -1,1 x 10⁴ C. Esse metal foi utilizado na construção de um fio e nele se fez passar uma corrente elétrica com intensidade de 1A. Quanto tempo, aproximadamente, deve-se esperar para que passe pela secção reta transversal do fio a quantidade de carga igual a 1,1 x 10⁴ C?
11000 h
3 min
3 h
11 min
0,11 h
UFRGS 1996/21
Para resolver essa questão, precisamos usar a relação entre corrente elétrica \( I \), carga elétrica \( Q \) e tempo \( t \). A fórmula que relaciona essas grandezas é:
\( I = \frac{Q}{t} \)
Onde:
\( I \) é a corrente elétrica em amperes (A)
\( Q \) é a carga elétrica em coulombs (C)
\( t \) é o tempo em segundos (s)
Queremos encontrar o tempo \( t \) necessário para que uma carga de \( Q = 1,1 \times 10^4 \, C \) passe pela secção reta transversal do fio, sabendo que a corrente elétrica \( I \) é de 1A.
Rearranjando a fórmula para resolver para \( t \), temos:
\( t = \frac{Q}{I} \)
Substituindo os valores dados na questão:
\( t = \frac{1,1 \times 10^4 \, C}{1 \, A} \)
\( t = 1,1 \times 10^4 \, s \)
Agora, precisamos converter o tempo de segundos para horas. Sabemos que 1 hora tem 3600 segundos:
\( x = \frac{1,1 \times 10^4}{3600} \, \text{h} \)
\( x \approx 3,06 \, \text{h} \)
Portanto, o tempo necessário é aproximadamente 3 horas. A alternativa correta é:
(C) 3 h
UFRGS 1996/22
Quatro resistores iguais são associados em série; a associação é submetida a uma diferença de potencial elétrico \( V \). Os mesmos quatro resistores são em seguida associados em paralelo e submetidos à mesma diferença de potencial elétrico \( V \). Assim sendo, a intensidade da corrente elétrica em um resistor da associação em série é ............ intensidade da corrente elétrica em um resistor da associação em paralelo; a potência elétrica total dissipada na associação em série é ............ potência elétrica total dissipada na associação em paralelo.
Qual das alternativas abaixo preenche corretamente, na ordem, as duas lacunas?
igual à - igual à
quatro vezes maior do que a - dezesseis vezes maior do que a
quatro vezes menor do que a - dezesseis vezes menor do que a
dezesseis vezes maior do que a - quatro vezes maior do que a
dezesseis vezes menor do que a - quatro vezes menor do que a
UFRGS 1996/22
Para resolver esta questão, precisamos entender como a corrente elétrica e a potência dissipada se comportam em resistores associados em série e em paralelo.
Primeiro, vamos considerar a associação em série:
Quando os resistores são associados em série, a resistência total \( R_s \) é a soma das resistências individuais:
\( R_s = R + R + R + R \)
\( R_s = 4R \)
Usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), a corrente elétrica \( I_s \) na associação em série é:
\( I_s = \frac{V}{R_s} \)
\( I_s = \frac{V}{4R} \)
Agora, vamos considerar a associação em paralelo:
Quando os resistores são associados em paralelo, a resistência total \( R_p \) é dada pela fórmula:
Usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), a corrente elétrica \( I_p \) na associação em paralelo é:
\( I_p = \frac{V}{R_p} \)
\( I_p = \frac{V}{\frac{R}{4}} \)
\( I_p = \frac{4V}{R} \)
Comparando as correntes, temos:
\( I_s = \frac{V}{4R} \)
\( I_p = \frac{4V}{R} \)
Portanto, a corrente em um resistor da associação em série é quatro vezes menor do que a corrente em um resistor da associação em paralelo.
Agora, vamos analisar a potência dissipada:
A potência dissipada em um resistor é dada por \( P = VI \). Para a associação em série, a potência total dissipada \( P_s \) é:
\( P_s = V \cdot I_s = V \cdot \frac{V}{4R} \)
\( P_s = \frac{V^2}{4R} \)
Para a associação em paralelo, a potência total dissipada \( P_p \) é:
\( P_p = V \cdot I_p \)
\( P_p = V \cdot \frac{4V}{R} \)
\( P_p = \frac{4V^2}{R} \)
Comparando as potências, temos:
\( P_s = \frac{V^2}{4R} \)
\( P_p = \frac{4V^2}{R} \)
Portanto, a potência dissipada na associação em série é dezesseis vezes menor do que a potência dissipada na associação em paralelo.
Assim, a alternativa correta é:
(E) dezesseis vezes menor do que a - quatro vezes menor do que a
UFRGS 1996/23
Um gerador possui uma força eletromotriz de 10 V. Quando os terminais do gerador estão conectados por um condutor com resistência desprezível, a intensidade da corrente elétrica no resistor é 2 A. Com base nessas informações, analise as seguintes afirmativas.
I - Quando uma lâmpada for ligada aos terminais do gerador, a intensidade da corrente elétrica será 2 A.
II - A resistência interna do gerador é 5 \( \Omega \).
III - Se os terminais do gerador forem ligados por uma resistência elétrica de 2 \( \Omega \), a diferença de potencial elétrico entre eles será menor do que 10 V.
Quais afirmativas estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.
UFRGS 1996/23
Para resolver esta questão, vamos analisar cada afirmativa com base nas informações fornecidas e na aplicação da Lei de Ohm.
A força eletromotriz \(( \varepsilon )\) do gerador é de 10 V e a corrente elétrica \(( I )\) é de 2 A quando a resistência do condutor é desprezível.
Usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), onde \( V \) é a tensão, \( R \) é a resistência e \( I \) é a corrente, podemos determinar a resistência interna \(( r )\) do gerador.
Sabemos que a tensão total fornecida pelo gerador é a soma da queda de tensão na resistência interna e na resistência externa. Quando a resistência externa é desprezível, toda a tensão cai na resistência interna.
Portanto, temos:
\( \varepsilon = I \cdot r \)
Substituindo os valores fornecidos:
\( 10 = 2 \cdot r \)
Resolvendo para \( r \):
\( r = \frac{10}{2} = 5 \, \Omega \)
Agora, vamos analisar cada afirmativa:
I - Quando uma lâmpada for ligada aos terminais do gerador, a intensidade da corrente elétrica será 2 A.
Esta afirmativa é incorreta. A corrente elétrica depende da resistência da lâmpada. Se a resistência da lâmpada for diferente da resistência interna do gerador, a corrente será diferente de 2 A.
II - A resistência interna do gerador é 5 \( \Omega \).
Esta afirmativa é correta, conforme calculado acima.
III - Se os terminais do gerador forem ligados por uma resistência elétrica de 2 \( \Omega \), a diferença de potencial elétrico entre eles será menor do que 10 V.
Vamos calcular a diferença de potencial \(( V )\) quando uma resistência de 2 \( \Omega \) é conectada aos terminais do gerador.
Usando a Lei de Ohm:
\( V = I \cdot R \)
Primeiro, precisamos encontrar a corrente elétrica \(( I )\) no circuito:
\( I = \frac{\varepsilon}{R + r} \)
Substituindo os valores:
\( I = \frac{10}{2 + 5} \)
\( I = \frac{10}{7} \, \text{A} \)
Agora, calculamos a diferença de potencial \(( V )\) na resistência de \( 2 \Omega \):
\( V = I \cdot R = \frac{10}{7} \cdot 2 \)
\( V = \frac{20}{7} \, \text{V} \)
Como \( \frac{20}{7} \approx 2.86 \, \text{V} \), que é menor do que 10 V, a afirmativa III é correta.
Portanto, as afirmativas II e III estão corretas. A alternativa correta é:
(D) Apenas II e III.
UFRGS 1996/24
No circuito representado na figura abaixo, a fonte tem força eletromotriz de 30 V e resistência interna desprezível. Os resistores têm resistências \( R_1 = 20 \, \Omega \) e \( R_2 = R_3 = 60 \, \Omega \).
A intensidade da corrente no resistor 2 e a potência elétrica dissipada no resistor 1 valem, respectivamente,
0,3 A e 5,4 W.
0,5 A e 45 W.
0,3 A e 7,2 W.
0,3 A e 3,6 W.
0,5 A e 90 W.
UFRGS 1996/24
Primeiro, vamos calcular a resistência equivalente do circuito. Os resistores \( R_2 \) e \( R_3 \) estão em paralelo, então a resistência equivalente \( R_{23} \) é dada por:
Agora, a resistência equivalente total \( R_{eq} \) do circuito é a soma de \( R_1 \) e \( R_{23} \), pois estão em série:
\( R_{eq} = R_1 + R_{23} \)
\( R_{eq} = 20 \, \Omega + 30 \, \Omega \)
\( R_{eq} = 50 \, \Omega \)
Com a resistência equivalente, podemos calcular a corrente total \( I \) do circuito usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \):
\( I = \frac{V}{R_{eq}} \)
\( I = \frac{30 \, V}{50 \, \Omega} \)
\( I = 0,6 \, A \)
Essa é a corrente que passa por \( R_1 \). A potência dissipada em \( R_1 \) é dada por:
\( P_1 = I^2 R_1 \)
Substituindo os valores:
\( P_1 = (0,6 \, A)^2 \cdot 20 \, \Omega \)
\( P_1 = 0,36 \cdot 20 \)
\( P_1 = 7,2 \, W \)
Agora, vamos calcular a corrente em \( R_2 \). Sabemos que a corrente total \( I \) se divide igualmente entre \( R_2 \) e \( R_3 \) porque eles têm a mesma resistência:
\( I_2 = \frac{I}{2} \)
\( I_2 = \frac{0,6 \, A}{2} \)
\( I_2 = 0,3 \, A \)
Portanto, a intensidade da corrente no resistor 2 é \( 0,3 \, A \) e a potência dissipada no resistor 1 é \( 7,2 \, W \).
A alternativa correta é:
(C) 0,3 A e 7,2 W.
UFRGS 1997/20
Quando uma diferença de potencial é aplicada aos extremos de um fio metálico, de forma cilíndrica, uma corrente elétrica \( i \) percorre esse fio. A mesma diferença de potencial é aplicada aos extremos de outro fio, do mesmo material, com o mesmo comprimento mas com o dobro do diâmetro. Supondo os dois fios à mesma temperatura, qual será a corrente elétrica no segundo fio?
\( i \)
\( 2i \)
\( \frac{i}{2} \)
\( 4i \)
\( \frac{i}{4} \)
UFRGS 1997/20
Para resolver essa questão, precisamos entender a relação entre a resistência elétrica de um fio e suas dimensões. A resistência \( R \) de um fio cilíndrico é dada pela fórmula:
\( R = \rho \frac{L}{A} \)
onde:
\( \rho \) é a resistividade do material
\( L \) é o comprimento do fio
\( A \) é a área da seção transversal do fio
A área da seção transversal de um fio cilíndrico é dada por:
\( A = \pi \left( \frac{d}{2} \right)^2 \)
\( A = \frac{\pi d^2}{4} \)
Se o diâmetro do segundo fio é o dobro do diâmetro do primeiro fio, então:
\( d_2 = 2d_1 \)
Portanto, a área da seção transversal do segundo fio será:
\( A_2 = \frac{\pi (2d_1)^2}{4} \)
\( A_2 = \frac{\pi 4d_1^2}{4} \)
\( A_2 = \pi d_1^2 \)
Comparando com a área do primeiro fio:
\( A_1 = \frac{\pi d_1^2}{4} \)
Podemos ver que:
\( A_2 = 4A_1 \)
Agora, usando a fórmula da resistência, temos:
\( R_1 = \rho \frac{L}{A_1} \)
\( R_2 = \rho \frac{L}{A_2} \)
\( R_2 = \rho \frac{L}{4A_1} \)
\( R_2 = \frac{R_1}{4} \)
Sabemos que a corrente elétrica \( i \) é dada pela Lei de Ohm:
\( i = \frac{V}{R} \)
Para o segundo fio, a corrente será:
\( i_2 = \frac{V}{R_2} \)
\( i_2 = \frac{V}{\frac{R_1}{4}} \)
\( i_2 = 4 \frac{V}{R_1} \)
\( i_2 = 4i \)
Portanto, a corrente elétrica no segundo fio será:
\( 4i \)
A resposta correta é a alternativa (D).
UFRGS 1997/21
Considere o circuito elétrico representado na figura abaixo.
Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas na afirmativa seguinte:
Com a chave C aberta, a corrente elétrica que passa pela resistência de \( 20 \, \Omega \) é de ..................; com a chave C fechada, a corrente elétrica que passa pela resistência de \( 20 \, \Omega \) é de .................. .
300 mA; 300 mA
200 mA; 200 mA
200 mA; 240 mA
900 mA; 780 mA
200 mA; 150 mA
UFRGS 1997/21
Para resolver a questão, precisamos analisar o circuito em duas situações: com a chave C aberta e com a chave C fechada.
1. Chave C aberta:
Quando a chave C está aberta, a resistência de \( 5 \, \Omega \) está desconectada. O circuito se reduz a uma série de resistências de \( 20 \, \Omega \) e \( 10 \, \Omega \).
A resistência equivalente \( R_{eq} \) é a soma das resistências em série:
\( R_{eq} = 20 \, \Omega + 10 \, \Omega \)
\( R_{eq} = 30 \, \Omega \)
A corrente total \( I \) no circuito pode ser calculada usando a Lei de Ohm:
\( I = \frac{V}{R_{eq}} \)
\( I = \frac{6 \, V}{30 \, \Omega}\)
\( I = 0,2 \, A \)
\( I = 200 \, mA \)
Como as resistências estão em série, a corrente que passa pela resistência de \( 20 \, \Omega \) é a mesma corrente total:
\( I_{20 \, \Omega} = 200 \, mA \)
2. Chave C fechada:
Quando a chave C está fechada, a resistência de \( 5 \, \Omega \) em série com \( 5 \, \Omega \) está em paralelo com \( 10 \, \Omega \). Vamos calcular a resistência equivalente do circuito neste caso.
A resistência equivalente da série \( 5 \, \Omega \) com \( 5 \, \Omega \) é:
\( R_{serie} = 5 \, \Omega + 5 \, \Omega \)
\( R_{serie} = 10 \, \Omega \)
Agora, essa resistência está em paralelo com \( 10 \, \Omega \). A resistência equivalente do paralelo é:
Como as resistências estão em série, a corrente que passa pela resistência de \( 20 \, \Omega \) é a mesma corrente total:
\( I_{20 \, \Omega} = 240 \, mA \)
Portanto, a corrente que passa pela resistência de \( 20 \, \Omega \) é de 200 mA com a chave C aberta e 240 mA com a chave C fechada. A alternativa correta é:
(C) 200 mA; 240 mA
UFRGS 1997/22
O rótulo de um chuveiro elétrico indica 4500 W e 127 V. Isso significa que, ligado a uma rede elétrica de 127 V, o chuveiro consome
4500 joules por segundo.
4500 joules por hora.
571500 joules por segundo.
4500 calorias por segundo.
4500 calorias por hora.
UFRGS 1997/22
Para resolver essa questão, precisamos entender a relação entre potência, energia e tempo. A potência elétrica é medida em watts (W) e indica a quantidade de energia consumida por unidade de tempo. Um watt é igual a um joule por segundo.
A potência do chuveiro é de 4500 W, o que significa que ele consome 4500 joules de energia por segundo.
Portanto, a alternativa correta é a alternativa:
(A) 4500 joules por segundo.
UFRGS 1998/21
O rótulo de uma lâmpada contém a seguinte inscrição: "120 V, 60 W". Quando submetida à tensão indicada de 120 V, a resistência elétrica dessa lâmpada é
\( 2 \Omega \)
\( 60 \Omega \)
\( 120 \Omega \)
\( 240 \Omega \)
\( 7200 \Omega \)
UFRGS 1998/21
Para resolver a questão, precisamos usar a relação entre potência elétrica \( (P) \), tensão \( (V) \) e resistência \( (R) \). A fórmula da potência é:
\( P = \frac{V^2}{R} \)
Podemos rearranjar essa fórmula para encontrar a resistência:
\( R = \frac{V^2}{P} \)
Substituindo os valores fornecidos na questão, onde:
\( V = 120 \, V \) e
\( P = 60 \, W \), temos:
\( R = \frac{(120 \, V)^2}{60 \, W} \)
Calculando o valor:
\( R = \frac{14400 \, V^2}{60 \, W} \)
\( R = 240 \, \Omega \)
Portanto, a resistência elétrica da lâmpada é \( 240 \Omega \), que corresponde à alternativa (D).
UFRGS 1998/22
No circuito da figura abaixo, o amperímetro \(A\) registra uma corrente \(i = 0,2 \, \text{A}\). Cada um dos três resistores representados na figura tem resistência \(R = 40 \, \Omega\). Qual é a potência dissipada pelo par de resistores associados em paralelo?
0,8 W
1,6 W
3,2 W
8,0 W
16,0 W
UFRGS 1998/22
Vamos começar calculando a força eletromotriz (fem) da bateria.
A resistência total \( R_{total} \) do circuito é a soma da resistência do resistor isolado \( R \) em série com a resistência equivalente do par de resistores em paralelo \( R_{par}\).
\( R_{total} = R_{iso} + R_{par} \)
Os resistores em paralelo têm resistência equivalente \( R_{par} \) dada por:
Agora, vamos calcular a potência dissipada pelo par de resistores em paralelo.
A corrente através do par de resistores em paralelo é a mesma, e a corrente total é \( 0,2 \, \text{A} \). Podemos usar a tensão nos resistores paralelos para calcular a potência dissipada.
\( P = \frac{V_{par}^2}{R_{par}} \)
\( P = i \cdot V_{par} \)
Substituindo os valores:
\( P = 0,2 \text{A} \cdot 4\text{V} = 0,8 \text{W}\)
Portanto, a potência dissipada pelo par de resistores associados em paralelo é \( 0,8 \, \text{W} \).
A alternativa correta é:
(A) 0,8 W
UFRGS 1998/23
Quando a chave C está fechada, o circuito da figura abaixo é percorrido por uma corrente elétrica, observando-se no ponto P um campo magnético de módulo B. (Considere que o campo magnético terrestre pode ser desprezado.)
Se os dois resistores do circuito forem substituídos por dois outros, cada um com resistência R/2, o módulo do campo magnético observado no ponto P será
B/4
B/2
B
2 B
4 B
UFRGS 1998/23
Para resolver essa questão, precisamos entender como a corrente elétrica e o campo magnético se comportam no circuito original e no circuito modificado.
Primeiro, vamos analisar o circuito original. Quando a chave C está fechada, temos dois resistores \( R \) em série. A resistência total do circuito é:
\( R_{total} = R + R = 2R \)
Usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), onde \( V \) é a tensão da fonte e \( I \) é a corrente, temos:
\( \varepsilon = I \cdot 2R \)
Portanto, a corrente \( I \) no circuito original é:
\( I = \frac{\varepsilon}{2R} \)
O campo magnético \( B \) no ponto \( P \) é proporcional à corrente \( I \). Então, temos:
\( B \propto I \)
Agora, vamos analisar o circuito modificado. Os dois resistores \( R \) são substituídos por dois resistores \( R/2 \). A resistência total do circuito modificado é:
\( R_{total} = \frac{R}{2} + \frac{R}{2} = R \)
Usando novamente a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), temos:
\( \varepsilon = I' \cdot R \)
Portanto, a corrente \( I' \) no circuito modificado é:
\( I' = \frac{\varepsilon}{R} \)
Comparando as correntes nos dois circuitos, temos:
\( I' = 2I \)
Como o campo magnético \( B \) é proporcional à corrente \( I \), o novo campo magnético \( B' \) será:
\( B' = 2B \)
Portanto, a resposta correta é:
(D) 2 B
UFRGS 1999/19
Um resistor cuja resistência é constante dissipa 60 mW quando é submetido a uma diferença de potencial de 220 V. Se for submetido a uma diferença de potencial de 110 V, a potência dissipada por esse resistor será
15 mW.
30 mW.
60 mW.
120 mW.
240 mW.
UFRGS 1999/19
Para resolver essa questão, vamos utilizar a relação entre potência, tensão e resistência. A potência dissipada por um resistor é dada por:
\( P = \frac{V^2}{R} \)
Onde \( P \) é a potência, \( V \) é a tensão e \( R \) é a resistência.
Primeiro, vamos determinar a resistência do resistor usando os dados fornecidos:
Portanto, a potência dissipada pelo resistor será 15 mW, que corresponde à alternativa (A).
Outro método de resolução
Sabe-se que a potência dissipada \( P \) em um resistor é proporcional ao quadrado da tensão \( V \), dado que a resistência \( R \) é constante:
\( P \propto V^2 \)
Portanto, ao reduzir pela metade a tensão, a potência reduzirá pela metade ao quadrado, ou seja, \( 1/4 \). Vamos demonstrar isso usando os valores fornecidos:
Inicialmente, a potência dissipada é \( P_1 = 60 \, \text{mW} \) quando a tensão é \( V_1 = 220 \, \text{V} \).
Quando a tensão é reduzida para \( V_2 = 110 \, \text{V} \), a relação entre as potências pode ser expressa como:
Sabemos que a corrente total \( I \) no circuito pode ser calculada usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \):
\( I = \frac{V}{R_{total}} \)
Substituindo os valores:
\( I = \frac{2 \, V}{400 \, \Omega} \)
\( I = 0,005 \, A \)
\( I = 5 \, mA \)
Agora, vamos calcular a tensão nos resistores de \( 100 \, \Omega \) e nos resistores em paralelo. A diferença de potencial entre A e B será a tensão no resistor \( 100 \, \Omega \) entre esses pontos.
A tensão no resistor de \( 100 \, \Omega \) é dada por:
\( V_{100} = R_{100} \cdot I \)
Substituindo os valores:
\( V_{100} = 100 \, \Omega \cdot 0,005 \, A = 0,5 \, V \)
Portanto, a diferença de potencial entre os pontos A e B é \( 0,5 \, V \).
A alternativa correta é:
(C) 0,5 V
Outro método de resolução
Vamos calcular a diferença de potencial entre os pontos A e B do circuito considerando a configuração correta dos resistores.
Os dois resistores de \( 400 \, \Omega \) estão em paralelo. A resistência equivalente \( R_{par} \) é dada por:
A corrente total \( I \) no circuito pode ser calculada usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \):
\( I = \frac{V}{R_{total}} \)
Substituindo os valores:
\( I = \frac{2 \, V}{400 \, \Omega} = 0,005 \, A = 5 \, mA \)
Agora, vamos calcular a tensão nos resistores utilizando a regra do Potencial Dividido em Série (PDS).
1. Tensão nos resistores de \( 100 \, \Omega \):
Como esses resistores estão em série com o resistor equivalente dos resistores paralelos, a tensão em cada resistor de \( 100 \, \Omega \) será:
\( V_{100} = R_{100} \cdot I \)
Substituindo os valores:
\( V_{100} = 100 \, \Omega \cdot 0,005 \, A = 0,5 \, V \)
2. Tensão no resistor equivalente \( R_{par} \):
A tensão no resistor equivalente \( R_{par} \) é:
\( V_{par} = R_{par} \cdot I \)
Substituindo os valores:
\( V_{par} = 200 \, \Omega \cdot 0,005 \, A = 1,0 \, V \)
Portanto, a diferença de potencial entre os pontos A e B é a tensão em um dos resistores de \( 100 \, \Omega \), que é \( 0,5 \, V \).
A alternativa correta é:
(C) 0,5 V
Outro método de resolução
Vamos calcular a diferença de potencial entre os pontos A e B do circuito considerando a configuração correta dos resistores.
Os dois resistores de \( 400 \, \Omega \) estão em paralelo. Usando a regra do Produto Dividido pela Soma (PDS), a resistência equivalente \( R_{par} \) é dada por:
Portanto, a diferença de potencial entre os pontos A e B é a tensão em um dos resistores de \( 100 \, \Omega \), que é \( 0,5 \, \text{V} \).
A alternativa correta é:
(C) 0,5 V
UFRGS 2000/18 e 19
Instrução: As questões de números 18 e 19 referem-se ao circuito elétrico representado na figura abaixo, no qual todos os resistores têm a mesma resistência elétrica \( R \).
UFRGS 2000/18
Em qual dos pontos assinalados na figura a corrente elétrica é mais intensa?
A
B
C
D
E
UFRGS 2000/18
Para determinar o ponto onde a corrente elétrica é mais intensa, precisamos considerar a configuração dos resistores no circuito.
Como todos os resistores têm a mesma resistência \( R \), a corrente elétrica será a mesma em todos os pontos do circuito em série. No entanto, a intensidade da corrente elétrica será maior no ponto antes de qualquer bifurcação, pois neste ponto a corrente ainda não se dividiu.
Portanto, o ponto onde a corrente elétrica é mais intensa é o ponto \( A \).
A resposta correta é:
(A) A
UFRGS 2000/19
Qual dos resistores está submetido à maior diferença de potencial?
R1
R2
R3
R4
R5
UFRGS 2000/19
Para determinar qual dos resistores está submetido à maior diferença de potencial, vamos utilizar a Lei de Ohm na forma \( V = RI \).
No circuito fornecido, precisamos identificar como a corrente se distribui pelos resistores.
1. Análise do circuito:
O resistor \( R4 \) está percorrido pela corrente total do circuito, uma vez que está em série com as outras combinações de resistores.
2. Corrente no circuito:
Vamos supor que a fonte de tensão seja \( V \) e a resistência total \( R \) do circuito determine a corrente \( I \).
A corrente total que passa pelo circuito também passa por \( R4 \).
3. Diferença de potencial:
Usando a Lei de Ohm, a diferença de potencial \( V \) através de \( R4 \) será:
\( V = R \cdot I \)
Como \( R4 \) é percorrido pela corrente total, a diferença de potencial em \( R4 \) será maior do que em qualquer outro resistor.
Portanto, a resposta correta é:
(D) R4
UFRGS 2001/18
Nos circuitos representados na figura abaixo, as lâmpadas 1, 2, 3, 4 e 5 são idênticas. As fontes que alimentam os circuitos são idênticas e ideais.
Considere as seguintes afirmações sobre o brilho das lâmpadas.
I - As lâmpadas 1, 4 e 5 brilham com mesma intensidade.
II - As lâmpadas 2 e 3 brilham com mesma intensidade.
III - O brilho da lâmpada 4 é maior do que o da lâmpada 2.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, II e III.
UFRGS 2001/18
Para resolver esta questão, precisamos analisar cada circuito e determinar a intensidade do brilho das lâmpadas. O brilho de uma lâmpada é proporcional à potência dissipada, que pode ser calculada usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \).
Vamos analisar cada circuito:
Circuito 1:
Este circuito possui apenas uma lâmpada (Lâmpada 1) conectada diretamente à fonte de tensão \( \varepsilon \). A corrente que passa pela lâmpada é \( I_1 = \frac{\varepsilon}{R} \), onde \( R \) é a resistência da lâmpada. A potência dissipada pela lâmpada é \( P_1 = \varepsilon I_1 = \varepsilon \left( \frac{\varepsilon}{R} \right) = \frac{\varepsilon^2}{R} \).
Circuito 2:
Este circuito possui duas lâmpadas (Lâmpadas 2 e 3) em série. A corrente que passa pelas lâmpadas é a mesma, \( I_2 = I_3 = \frac{\varepsilon}{2R} \), pois a resistência total do circuito é \( 2R \). A potência dissipada por cada lâmpada é \( P_2 = P_3 = \varepsilon I_2 = \varepsilon \left( \frac{\varepsilon}{2R} \right) = \frac{\varepsilon^2}{2R} \).
Circuito 3:
Este circuito possui duas lâmpadas (Lâmpadas 4 e 5) em paralelo. A tensão sobre cada lâmpada é a mesma, \( V_4 = V_5 = \varepsilon \). A corrente que passa por cada lâmpada é \( I_4 = I_5 = \frac{\varepsilon}{R} \). A potência dissipada por cada lâmpada é \( P_4 = P_5 = \varepsilon I_4 = \varepsilon \left( \frac{\varepsilon}{R} \right) = \frac{\varepsilon^2}{R} \).
Agora, vamos analisar as afirmações:
Afirmação I: As lâmpadas 1, 4 e 5 brilham com a mesma intensidade.
Como vimos, \( P_1 = P_4 = P_5 = \frac{\varepsilon^2}{R} \). Portanto, esta afirmação é verdadeira.
Afirmação II: As lâmpadas 2 e 3 brilham com a mesma intensidade.
Como vimos, \( P_2 = P_3 = \frac{\varepsilon^2}{2R} \). Portanto, esta afirmação é verdadeira.
Afirmação III: O brilho da lâmpada 4 é maior do que o da lâmpada 2.
Portanto, \( P_4 \) é maior que \( P_2 \), e esta afirmação é verdadeira.
Portanto, as afirmações I, II e III estão corretas.
A resposta correta é:
(E) I, II e III.
UFRGS 2001/19
No circuito representado na figura abaixo, a intensidade da corrente elétrica através do resistor de \(2 \Omega\) é de \(2 \text{ A}\). O circuito é alimentado por uma fonte de tensão ideal \(\varepsilon\).
Qual o valor da diferença de potencial entre os terminais da fonte?
4 V
14/3 V
16/3 V
6 V
40/3 V
UFRGS 2001/19
Para resolver a questão, vamos analisar o circuito e aplicar a Lei de Ohm \( V = RI \).
Primeiro, sabemos que a corrente através do resistor de \(2 \Omega\) é de \(2 \text{ A}\). Usando a Lei de Ohm:
Agora, vamos determinar a corrente que passa pelo resistor de \(4 \Omega\). Como os resistores de \(2 \Omega\) e \(4 \Omega\) estão em paralelo, a diferença de potencial através deles é a mesma. Portanto, a diferença de potencial através do resistor de \(4 \Omega\) também é \(4 \text{ V}\).
Usando a Lei de Ohm novamente para o resistor de \(4 \Omega\):
Os resistores de \(1/3 \Omega\) estão em série com a fonte de tensão e a corrente total do circuito passa por eles. Usando a Lei de Ohm para cada resistor de \(1/3 \Omega\):
Finalmente, a diferença de potencial entre os terminais da fonte é a soma das diferenças de potencial através dos resistores de \(1/3 \Omega\) e do resistor de \(2 \Omega\):
Os fios comerciais de cobre, usados em ligações elétricas, são identificados através de números de bitola. À temperatura ambiente, os fios 14 a 10, por exemplo, têm áreas de seção reta iguais a 2,1 mm² e 5,3 mm², respectivamente. Qual é, àquela temperatura, o valor aproximado da razão \( \frac{R_{14}}{R_{10}} \) entre a resistência elétrica, \( R_{14} \), de um metro de fio 14 e a resistência elétrica, \( R_{10} \), de um metro de fio 10?
2,5
1,4
1,0
0,7
0,4
UFRGS 2002/17
Para resolver essa questão, precisamos usar a fórmula da resistência elétrica de um fio, que é dada por:
\( R = \rho \frac{L}{A} \)
onde \( R \) é a resistência, \( \rho \) é a resistividade do material (constante para o cobre), \( L \) é o comprimento do fio, e \( A \) é a área da seção reta do fio.
Como estamos comparando a razão entre as resistências de dois fios de comprimentos iguais (1 metro), a fórmula pode ser simplificada para:
Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo abaixo.
Para fazer funcionar uma lâmpada de lanterna, que traz as especificações 0,9W a 6V, dispõe-se, como única fonte de tensão, de uma bateria de automóvel de 12V. Uma solução para compatibilizar esses dois elementos de circuito consiste em ligar a lâmpada à bateria (considerada uma fonte ideal) em com um resistor em ......... cuja resistência elétrica seja no mínimo de ............ .
paralelo - 4
série - 4
paralelo - 40
série - 40
paralelo - 80
UFRGS 2002/18
Para resolver essa questão, precisamos determinar como conectar a lâmpada de 0,9W e 6V a uma bateria de carro de 12V, usando um resistor de valor mínimo de resistência.
Primeiro, vamos calcular a corrente que a lâmpada de 0,9W e 6V consome usando a fórmula da potência elétrica:
\( P = V \cdot I \)
Rearranjando para encontrar \( I \):
\( I = \frac{P}{V} = \frac{0,9W}{6V} = 0,15A \)
Agora, sabemos que a lâmpada consome 0,15A. Precisamos garantir que a tensão através da lâmpada seja 6V, mesmo estando conectada a uma bateria de 12V. Isso pode ser feito usando um resistor em série com a lâmpada para "reduzir" a tensão.
A diferença de tensão que o resistor precisa "absorver" é:
\( V_R = 12V - 6V = 6V \)
Usando a Lei de Ohm \( V = RI \), podemos encontrar o valor da resistência necessária:
\( R = \frac{V_R}{I} = \frac{6V}{0,15A} = 40 \Omega \)
Portanto, para fazer a lâmpada funcionar corretamente, o resistor deve ser conectado em série e ter um valor de 40Ω.
A alternativa correta é:
(D) série - 40
UFRGS 2002/19
No circuito elétrico abaixo, os amperímetros A1, A2, A3 e A4, a fonte de tensão e os resistores são todos ideais.
Nessas condições, pode-se afirmar que
A1 e A2 registram correntes de mesma intensidade.
A1 e A4 registram correntes de mesma intensidade.
A corrente em A1 é mais intensa do que a corrente em A4.
A corrente em A2 é mais intensa do que a corrente em A3.
A corrente em A3 é mais intensa do que a corrente em A4.
UFRGS 2002/19
Para resolver esta questão, vamos analisar as correntes no circuito usando a Lei de Ohm \( V = RI \) e as regras para circuitos em série e paralelo.
Primeiro, considere a corrente através dos resistores:
Os resistores de \(1 \Omega\) e \(2 \Omega\) estão em paralelo. A resistência equivalente \( R_{eq} \) dessa combinação é:
Vamos encontrar a corrente total \( I_{total} \) fornecida pela fonte de tensão de \(12V \) :
\( I_{total} = \frac{V}{R_{total}} \)
\( I_{total} = \frac{12V}{\frac{11}{3} \Omega} \)
\( I_{total} = 12V \times \frac{3}{11} \)
\( I_{total} = \frac{36}{11} A \)
Com esta corrente, podemos encontrar a corrente através de cada ampeímetro no circuito:
Para A1: A corrente \( I_{A1} = I_{total} = \frac{36}{11} A \)
Para A2 e A3: a corrente é dividida igualmente entre os resistores de \(1 \Omega\) e \(2 \Omega\) :
\( I_{A2} = I_{A3} = \frac{36}{22} A = \frac{18}{11} A \)
A corrente em A4 é a soma da corrente que atravessa os resistores de \(1 \Omega\) e \(2 \Omega\) :
\( I_{A4} = I_{A2} + I_{A3} \)
\( I_{A4} = \frac{18}{11} A + \frac{18}{11} A \)
\( I_{A4} = \frac{36}{11} A \)
Agora podemos analisar as alternativas:
Alternativa A: A1 e A2 registram correntes de mesma intensidade.
Incorreta. A1 registra \( \frac{36}{11} A \) enquanto A2 registra \( \frac{18}{11} A \)
Alternativa B: A1 e A4 registram correntes de mesma intensidade.
Correta. Ambas registram \( \frac{36}{11} A \)
Alternativa C: A corrente em A1 é mais intensa do que a corrente em A4.
Incorreta. A corrente em A1 e A4 são iguais.
Alternativa D: A corrente em A2 é mais intensa do que a corrente em A3.
Incorreta. As correntes em A2 e A3 são iguais.
Alternativa E: A corrente em A3 é mais intensa do que a corrente em A4.
Incorreta. A corrente em A4 é mais intensa do que a corrente em A3.
Portanto, a resposta correta é:
(A) B
UFRGS 2003/15
O gráfico abaixo mostra a curva volt-ampère de uma lâmpada incandescente comum. A lâmpada consiste basicamente de um filamento de tungstênio que, dentro de um bulbo de vidro, está imerso em um gás inerte. A lâmpada dissipa 60 W de potência, quando opera sob tensão nominal de 120 V.
Com base no gráfico e nas características da lâmpada, é correto afirmar que
a resistência elétrica do filamento, no intervalo de tensão mostrado pelo gráfico, é constante e igual a 40Ω.
a potência dissipada pela lâmpada, quando submetida a uma tensão de 10 V, é de 5 W.
a resistência elétrica do filamento, quando a lâmpada opera na tensão de 120 V, é seis vezes maior do que quando ela está submetida à tensão de apenas 10 V.
a corrente elétrica na lâmpada, quando ela está submetida à tensão de 120 V, é de 1 A.
a resistência elétrica do filamento, quando a lâmpada opera na tensão de 120 V, é de 300 Ω.
UFRGS 2003/15
Vamos analisar cada uma das alternativas com base no gráfico e nas características fornecidas.
Alternativa A: A resistência elétrica do filamento, no intervalo de tensão mostrado pelo gráfico, é constante e igual a 40Ω.
Para verificar essa afirmação, vamos usar a Lei de Ohm na forma \( V = RI \). No gráfico, para uma corrente de \( 0,25 \, A \), a tensão é de \( 10 \, V \). Assim, a resistência é:
Portanto, a resistência é de \( 40 \, \Omega \) para essa corrente e tensão. No entanto, o gráfico mostra que a relação \( V \) e \( I \) não é linear, indicando que a resistência não é constante. Logo, a alternativa A está incorreta.
Alternativa B: A potência dissipada pela lâmpada, quando submetida a uma tensão de 10 V, é de 5 W.
A potência dissipada pode ser calculada usando a fórmula \( P = VI \). Para \( V = 10 \, V \) e \( I = 0,25 \, A \):
\( P = 10 \, V \times 0,25 \, A = 2,5 \, W \)
Portanto, a potência dissipada é de \( 2,5 \, W \), não \( 5 \, W \). Logo, a alternativa B está incorreta.
Alternativa C: A resistência elétrica do filamento, quando a lâmpada opera na tensão de 120 V, é seis vezes maior do que quando ela está submetida à tensão de apenas 10 V.
Para \( V = 120 \, V \) e \( P = 60 \, W \), a corrente é:
\( I = \frac{P}{V} = \frac{60 \, W}{120 \, V} = 0,5 \, A \)
Portanto, a resistência é \( 240 \, \Omega \), não \( 300 \, \Omega \). Logo, a alternativa E está incorreta.
Assim, a alternativa correta é a Alternativa C.
UFRGS 2003/16
No circuito elétrico abaixo, a fonte de tensão é uma bateria de força eletromotriz igual a 12 V, do tipo que se usa em automóveis. Aos polos, A e B, dessa bateria está conectada uma resistência externa \( R \). No mesmo circuito, \( r \) representa a resistência interna da bateria, e \( V \) é um voltímetro ideal ligado entre os polos da mesma.
Indique qual dos gráficos abaixo melhor representa a leitura \( V \) do voltímetro, como função do valor \( R \) da resistência externa.
UFRGS 2003/16
Vamos reavaliar a questão para entender a resposta correta.
Primeiro, temos uma bateria com força eletromotriz (fem) de 12 V e resistência interna \( r \). Quando uma resistência externa \( R \) é conectada aos polos da bateria, a corrente \( I \) no circuito é dada por:
\( I = \frac{12}{R + r} \)
A leitura do voltímetro \( V \), que é a tensão nos terminais da resistência externa \( R \), pode ser calculada usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \). Assim, temos:
\( V = R \cdot I \)
Substituindo a expressão de \( I \) na equação acima, obtemos:
\( V = R \cdot \frac{12}{R + r} \)
Para analisar o comportamento de \( V \) em função de \( R \), vamos considerar dois casos extremos:
1. Quando \( R \) é muito pequeno (próximo de 0):
Nesse caso, a resistência total \( R + r \) é aproximadamente igual a \( r \), então:
\( V \approx R \cdot \frac{12}{r} \)
Como \( R \) é muito pequeno, \( V \) também será muito pequeno.
2. Quando \( R \) é muito grande (tende ao infinito):
Nesse caso, a resistência total \( R + r \) é aproximadamente igual a \( R \), então:
\( V \approx 12 \)
Portanto, quando \( R \) é muito grande, \( V \) se aproxima de 12 V.
Para valores intermediários de \( R \), a relação \( V = R \cdot \frac{12}{R + r} \) mostra que \( V \) aumenta inicialmente rapidamente e depois de forma mais lenta, aproximando-se assintoticamente de 12 V.
O gráfico que melhor representa esse comportamento é o gráfico (B), pois mostra uma curva que cresce rapidamente no início e depois se aproxima de 12 V conforme \( R \) aumenta.
UFRGS 2003/17
No circuito abaixo, todos os resistores têm resistências idênticas, de valor 10 \(\Omega\). A corrente elétrica \(i\), através de \(R_2\), é de 500 mA. A fonte, os fios e os resistores são todos ideais.
Selecione a alternativa que indica o valor correto da diferença de potencial a que está submetido o resistor \(R_1\).
5 V
7,5 V
10 V
15 V
20 V
UFRGS 2003/17
Para resolver a questão, precisamos calcular a diferença de potencial (ddp) no resistor \(R_1\). Vamos usar a Lei de Ohm na forma \(V = RI\).
Primeiro, vamos determinar a resistência equivalente do circuito. Os resistores \(R_2\), \(R_3\) e \(R_4\) estão em paralelo. A resistência equivalente \(R_{eq}\) para resistores em paralelo é dada por:
Agora, o circuito pode ser simplificado para um resistor \(R_1\) em série com a resistência equivalente \(R_{eq}\). A resistência total \(R_t\) do circuito é:
A corrente total \(I\) no circuito pode ser encontrada usando a corrente através de \(R_2\). Sabemos que a corrente através de \(R_2\) é \(500 \, mA\) (ou \(0.5 \, A\)). Como \(R_2\), \(R_3\) e \(R_4\) estão em paralelo e têm a mesma resistência, a corrente total \(I\) é:
\( I = 3 \times 0.5 \, A = 1.5 \, A \)
Agora, podemos calcular a diferença de potencial \(V\) em \(R_1\) usando a Lei de Ohm:
\( V = R_1 \times I = 10 \, \Omega \times 1.5 \, A = 15 \, V \)
Portanto, a diferença de potencial a que está submetido o resistor \(R_1\) é \(15 \, V\). A alternativa correta é:
(D) 15V
UFRGS 2004/18
Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto abaixo, na ordem em que elas aparecem.
As correntes elétricas em dois fios condutores variam em função do tempo de acordo com o gráfico mostrado abaixo, onde os fios estão identificados pelos algarismos 1 e 2.
No intervalo de tempo entre zero e 0,6 s, a quantidade de carga elétrica que atravessa uma seção transversal do fio é maior para o fio ........ do que para o outro fio; no intervalo entre 0,6 s e 1,0 s, ela é maior para o fio ........ do que para o outro fio; e no intervalo entre zero e 1,0 s, ela é maior para o fio ........ do que para o outro fio.
1 - 1 - 2
1 - 2 - 1
2 - 1 - 1
2 - 1 - 2
2 - 2 - 1
UFRGS 2004/18
Para resolver esta questão, precisamos analisar o gráfico fornecido e calcular a quantidade de carga elétrica que atravessa uma seção transversal dos fios em diferentes intervalos de tempo. A quantidade de carga elétrica \( Q \) é dada pela integral da corrente elétrica \( I \) em relação ao tempo \( t \):
\( Q = \int I \, dt \)
Vamos analisar os intervalos de tempo especificados na questão:
1. Intervalo de tempo entre 0 e 0,6 s:
Para o fio 1, a corrente elétrica é constante e igual a 0,4 A.
Para o fio 2, a corrente elétrica aumenta linearmente de 0 A a 0,8 A.
A quantidade de carga elétrica \( Q \) para o fio 1 é:
\( Q_1 = I_1 \cdot t = 0,4 \, \cdot 0,6 \, \)
\( Q_1 = 0,24 \, \text{C} \)
A quantidade de carga elétrica \( Q \) para o fio 2 é a área sob a curva do gráfico, que é um triângulo:
Portanto, a quantidade de carga elétrica é maior para o fio 1 neste intervalo.
Dessa forma, a alternativa correta é:
(D) 2 - 1 - 2
UFRGS 2004/19
Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto abaixo, na ordem em que elas aparecem.
Um galvanômetro é um aparelho delicado e sensível capaz de medir uma corrente elétrica contínua, \( I \), muito pequena, da ordem de alguns microamperes ou, quando muito, miliamperes. Para medir correntes elétricas maiores do que essas, usa-se um amperímetro, que é um galvanômetro modificado da maneira representada na figura abaixo.
Constrói-se um amperímetro a partir de um galvanômetro, ligando-se a resistência interna \( R_G \) do galvanômetro em paralelo com uma resistência \( R_S \), chamada de shunt (palavra inglesa que significa desvio). Assim, para se obter um amperímetro cuja "corrente de fundo de escala" seja 10 vezes maior do que a do galvanômetro usado, ______ da corrente elétrica \( I \) deverá passar pelo galvanômetro, e o valor de \( R_S \) deverá ser ______ do que o valor de \( R_G \).
(Dado: A "corrente de fundo de escala" é o valor máximo de corrente elétrica que o amperímetro ou o galvanômetro podem medir.)
1/9 - 9 vezes menor
1/10 - 9 vezes menor
1/10 - 10 vezes menor
9/10 - 9 vezes maior
9/10 - 10 vezes maior
UFRGS 2004/19
Para resolver esta questão, precisamos entender como funciona a modificação de um galvanômetro para um amperímetro. O galvanômetro é um dispositivo que mede correntes muito pequenas. Para medir correntes maiores, adiciona-se uma resistência em paralelo, chamada de shunt \( R_S \), que desvia a maior parte da corrente, permitindo que apenas uma fração passe pelo galvanômetro.
Vamos considerar que a corrente total \( I \) é dividida entre a corrente que passa pelo galvanômetro \( I_G \) e a corrente que passa pelo shunt \( I_S \). Como as resistências estão em paralelo, a tensão \( V \) sobre ambas é a mesma:
\( V = I_G R_G = I_S R_S \)
Sabemos que a corrente total \( I \) é a soma das correntes individuais:
\( I = I_G + I_S \)
Para que a "corrente de fundo de escala" do amperímetro seja 10 vezes maior que a do galvanômetro, a corrente \( I \) deve ser 10 vezes \( I_G \):
\( I = 10 I_G \)
Substituindo na equação da corrente total:
\( 10 I_G = I_G + I_S \)
Isolando \( I_S \):
\( I_S = 9 I_G \)
Portanto, a fração da corrente total que passa pelo galvanômetro é:
Agora, substituindo \( I_S = 9 I_G \) na equação da tensão:
\( I_G R_G = 9 I_G R_S \)
Cancelando \( I_G \) de ambos os lados:
\( R_G = 9 R_S \)
Portanto, \( R_S \) deve ser 9 vezes menor que \( R_G \).
Assim, a alternativa correta é:
(B) 1/10 - 9 vezes menor
UFRGS 2005/16
Para iluminar sua barraca, um grupo de campistas liga uma lâmpada a uma bateria de automóvel. A lâmpada consome uma potência de 6 W quando opera sob uma tensão de 12 V. A bateria traz as seguintes especificações: 12 V, 45 A h, sendo o último valor a carga máxima que a bateria é capaz de armazenar. Supondo-se que a bateria seja ideal e que esteja com a metade da carga máxima, e admitindo-se que a corrente fornecida por ela se mantenha constante até a carga se esgotar por completo, quantas horas a lâmpada poderá permanecer funcionando continuamente?
90 h.
60 h.
45 h.
22 h 30 min.
11 h 15 min.
UFRGS 2005/16
Para resolver esta questão, precisamos calcular o tempo que a lâmpada pode funcionar com a carga disponível na bateria. Vamos seguir os seguintes passos:
1. Calcular a corrente que a lâmpada consome usando a potência e a tensão fornecidas.
Sabemos que a potência \( P \) é dada por:
\( P = V \cdot I \)
onde \( P = 6 \, \text{W} \) e \( V = 12 \, \text{V} \).
Podemos rearranjar a fórmula para encontrar a corrente \( I \):
\( I = \frac{P}{V} \)
Substituindo os valores:
\( I = \frac{6 \, \text{W}}{12 \, \text{V}} \)
\( I = 0,5 \, \text{A} \)
2. Determinar a carga disponível na bateria.
A bateria tem uma capacidade total de 45 Ah, mas está com metade da carga máxima. Portanto, a carga disponível é:
3. Calcular o tempo que a lâmpada pode funcionar com a carga disponível.
Sabemos que a carga \( Q \) é dada por:
\( Q = I \cdot t \)
onde \( Q = 22,5 \, \text{Ah} \) e \( I = 0,5 \, \text{A} \).
Podemos rearranjar a fórmula para encontrar o tempo \( t \):
\( t = \frac{Q}{I} \)
Substituindo os valores:
\( t = \frac{22,5 \, \text{Ah}}{0,5 \, \text{A}} \)
\( t = 45 \, \text{h} \)
Portanto, a lâmpada poderá permanecer funcionando continuamente por 45 horas.
A resposta correta é a alternativa (C).
UFRGS 2005/17
No circuito elétrico representado na figura abaixo, a fonte de tensão é uma fonte ideal que está sendo percorrida por uma corrente elétrica contínua de 1,0 A.
Quanto valem, respectivamente, a força eletromotriz \( \varepsilon \) da fonte e a corrente elétrica \( i \) indicadas na figura?
2,0 V e 0,2 A.
2,0 V e 0,5 A.
2,5 V e 0,3 A.
2,5 V e 0,5 A.
10,0 V e 0,2 A.
UFRGS 2005/17
Vamos resolver a questão passo a passo, calculando a resistência equivalente e, em seguida, usando a Lei de Ohm para encontrar a força eletromotriz \( \varepsilon \) e a corrente elétrica \( i \).
1. Calcular a resistência equivalente \( R_{eq} \):
Primeiro, calculamos a resistência em série de 3Ω e 2Ω:
\( R_{\text{serie}} = R_1 + R_2 \)
\( R_{\text{serie}}= 3 \, \Omega + 2 \, \Omega \)
\( R_{\text{serie}} = 5 \, \Omega \)
Agora, essa resistência de 5Ω está em paralelo com o resistor de 5Ω:
Portanto, a força eletromotriz \( \varepsilon \) é 2,5 V e a corrente elétrica \( i \) é 0,5 A.
A alternativa correta é:
(D) 2,5 V e 0,5 A .
UFRGS 2005/22
Certo instrumento de medida tem um ponteiro \(P\) cuja extremidade se move sobre uma escala espelhada \(EE'\), graduada de \(0,0\) a \(10,0\) mA. Quando se olha obliquamente para a escala - o que é um procedimento incorreto de medida -, o ponteiro \(P\) é visto na posição indicada na figura abaixo, sendo \(R\) sua reflexão no espelho.
Se a leitura do instrumento foi feita corretamente, seu resultado será
o valor de \(7,5\) mA.
um valor entre \(7,5\) mA e \(8,0\) mA.
o valor de \(8,0\) mA.
um valor entre \(8,0\) mA e \(8,5\) mA.
o valor de \(8,5\) mA.
UFRGS 2005/22
Para resolver esta questão, precisamos entender o conceito de paralaxe, que é o deslocamento aparente de um objeto quando observado de diferentes ângulos. No caso de instrumentos de medida com escala espelhada, a leitura correta é feita quando o ponteiro e sua reflexão no espelho estão alinhados, eliminando o erro de paralaxe.
Na figura fornecida, o ponteiro \(P\) está na posição \(8,0\) mA, enquanto sua reflexão \(R\) está ligeiramente à direita, indicando que a leitura foi feita obliquamente. Para obter a leitura correta, devemos alinhar o ponteiro \(P\) com sua reflexão \(R\).
Como a reflexão \(R\) está à direita do ponteiro \(P\), isso significa que a leitura correta será um pouco maior que \(8,0\) mA, mas menor que \(8,5\) mA.
Portanto, a leitura correta do instrumento será um valor entre \(8,0\) mA e \(8,5\) mA.
Assim, a alternativa correta é a letra \(D\).
UFRGS 2006/16 e 17
Instrução: As questões 16 e 17 referem-se ao enunciado que segue.
A figura abaixo representa um circuito elétrico com três resistores idênticos, de resistência \( R \), ligados a uma fonte ideal de força eletromotriz \( V \). (Considere desprezível a resistência elétrica dos fios de ligação.)
UFRGS 2006/16
Quanto vale a corrente elétrica \( i \), indicada no circuito, quando a chave \( C \) está aberta?
\( \frac{V}{3R} \)
\( \frac{V}{2R} \)
\( \frac{V}{R} \)
\( \frac{2V}{R} \)
\( \frac{3V}{R} \)
UFRGS 2006/16
Quando a chave \( C \) está aberta, apenas o resistor da esquerda está no circuito, pois os dois resistores da direita estão em curto-circuito devido ao fio em paralelo com eles. Dessa forma, a resistência total do circuito é simplesmente \( R \).
Usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), podemos encontrar a corrente \( i \) no circuito:
\( V = R \cdot i \)
Isolando \( i \):
\( i = \frac{V}{R} \)
Portanto, a corrente elétrica \( i \) quando a chave \( C \) está aberta é \( \frac{V}{R} \).
A alternativa correta é a letra C.
UFRGS 2006/17
Quanto vale a corrente elétrica \( i \), indicada no circuito, quando a chave \( C \) está fechada?
\( \frac{V}{3R} \)
\( \frac{V}{2R} \)
\( \frac{V}{R} \)
\( \frac{2V}{R} \)
\( \frac{3V}{R} \)
UFRGS 2006/17
Quando a chave \( C \) está fechada, os três resistores \( R \) participam do circuito. Os dois resistores da direita estão em paralelo, e o resultado dessa combinação está em série com o resistor da esquerda.
Primeiro, calculamos a resistência equivalente \( R_{eq} \) dos dois resistores em paralelo usando a regra MDS (multiplicação dividida pela soma):
Agora, a resistência equivalente total \( R_{eq} \) do circuito é a soma do resistor da esquerda \( R \) com a resistência equivalente \( R_{\text{paralelo}} \):
Usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), podemos encontrar a corrente \( i \) no circuito:
\( V = \frac{3R}{2} \cdot i \)
Isolando \( i \):
\( i = \frac{2V}{3R} \)
Portanto, a corrente elétrica \( i \) quando a chave \( C \) está fechada é \( \frac{3V}{R} \).
A alternativa correta é a letra E.
UFRGS 2006/18
O circuito a seguir representa três pilhas ideais de 1,5 V cada uma, um resistor \( R \) de resistência elétrica 1,0 \( \Omega \) e um motor, todos ligados em série.
(Considere desprezível a resistência elétrica dos fios de ligação do circuito.)
A tensão entre os terminais \( A \) e \( B \) do motor é 4,0 V. Qual é a potência elétrica consumida pelo motor?
0,5 W.
1,0 W.
1,5 W.
2,0 W.
2,5 W.
UFRGS 2006/18
Para resolver a questão, precisamos calcular a potência elétrica consumida pelo motor. A potência elétrica \( P \) é dada pela fórmula:
\( P = V \cdot I \)
onde \( V \) é a tensão e \( I \) é a corrente elétrica.
Primeiro, vamos determinar a corrente elétrica \( I \) no circuito. Sabemos que a tensão total fornecida pelas três pilhas é:
\( V_{total} = 3 \cdot 1,5 \, V = 4,5 \, V \)
A resistência total do circuito é a soma da resistência do resistor \( R \) e a resistência interna do motor. Como a resistência interna do motor não é fornecida, consideramos apenas a resistência \( R \):
\( R_{total} = 1,0 \, \Omega \)
Usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), podemos calcular a corrente elétrica \( I \):
\( I = \frac{V_{total}}{R_{total}} = \frac{4,5 \, V}{1,0 \, \Omega} = 4,5 \, A \)
Agora, podemos calcular a potência elétrica consumida pelo motor usando a tensão entre os terminais \( A \) e \( B \) do motor, que é 4,0 V:
\( P = V \cdot I = 4,0 \, V \cdot 4,5 \, A = 18,0 \, W \)
No entanto, a corrente elétrica \( I \) calculada anteriormente está incorreta, pois não consideramos a tensão do motor corretamente. Vamos corrigir isso:
A tensão total fornecida pelas pilhas é 4,5 V, e a tensão no motor é 4,0 V. A tensão no resistor \( R \) é:
\( V_R = V_{total} - V_{motor} = 4,5 \, V - 4,0 \, V = 0,5 \, V \)
Agora, calculamos a corrente elétrica \( I \) corretamente:
\( I = \frac{V_R}{R} = \frac{0,5 \, V}{1,0 \, \Omega} = 0,5 \, A \)
Finalmente, calculamos a potência elétrica consumida pelo motor:
\( P = V \cdot I = 4,0 \, V \cdot 0,5 \, A = 2,0 \, W \)
Portanto, a resposta correta é:
(D) 2,0 W
UFRGS 2007/17
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto abaixo, na ordem em que aparecem. No circuito esquematizado na figura que segue, as lâmpadas A e B são iguais e as fontes de tensão são ideais.
Quando a chave C é fechada, o brilho da lâmpada A ........ e o brilho da lâmpada B ........
aumenta - diminui
aumenta - não se altera
diminui - aumenta
não se altera - diminui
não se altera - não se altera
UFRGS 2007/17
Para resolver essa questão, precisamos analisar o circuito antes e depois de fechar a chave C.
Inicialmente, com a chave C aberta, as lâmpadas A e B estão em série. A corrente que passa por elas é a mesma, e a tensão total de 24 V é dividida igualmente entre as duas lâmpadas, pois elas são idênticas. Portanto, cada lâmpada recebe 12 V.
Quando a chave C é fechada, a lâmpada A fica em paralelo com a fonte de 12 V, enquanto a lâmpada B continua em série com a combinação paralela da lâmpada A e a fonte de 12 V.
Vamos analisar o que acontece com a lâmpada A:
Com a chave C fechada, a lâmpada A está diretamente conectada à fonte de 12 V. Portanto, a tensão sobre a lâmpada A permanece 12 V, e seu brilho não se altera.
Agora, vamos analisar a lâmpada B:
Com a chave C fechada, a resistência equivalente do circuito muda. A resistência equivalente da lâmpada A em série com a resistência da lâmpada B:
\( R_{eq} = R_A + R_B \)
Como \( R_A = R_B \), temos:
\( R_{eq} = R + R = 2R \)
Portanto, a resistência equivalente do circuito é duas vezes a resistência de uma lâmpada. Isso significa que a corrente total no circuito diminui, mas a corrente através da lâmpada B continua a mesma, pois a corrente total é a mesma da corrente através da combinação em série da lâmpada A e da lâmpada B.
Como a corrente através da lâmpada B não se altera, seu brilho também não se altera.
Portanto, a resposta correta é:
(E) não se altera - não se altera
UFRGS 2008/14
Um secador de cabelo é constituído, basicamente, por um resistor e um soprador (motor elétrico). O resistor tem resistência elétrica de 10 \( \Omega \). O aparelho opera na voltagem de 110 V e o soprador tem consumo de energia desprezível.
Supondo-se que o secador seja ligado por 15 min diariamente, e que o valor da tarifa de energia elétrica seja de R\$0,40 por kWh, o valor total do consumo mensal, em reais, será de aproximadamente
0,36.
3,30.
3,60.
33,00.
360,00.
UFRGS 2008/14
Para resolver essa questão, precisamos calcular o consumo de energia do secador de cabelo e, em seguida, converter esse consumo para o custo mensal.
Primeiro, vamos calcular a potência do secador usando a Lei de Ohm na forma \(V = RI\).
Sabemos que:
\(V = 110 \, \text{V}\)
\(R = 10 \, \Omega\)
Usando a fórmula da potência elétrica \(P = \frac{V^2}{R}\), temos:
\(P = \frac{110^2}{10}\)
\(P = \frac{12100}{10}\)
\(P = 1210 \, \text{W}\)
Agora, vamos converter a potência para kW:
\(P = 1210 \, \text{W} = 1,21 \, \text{kW}\)
O secador é usado por 15 minutos diariamente. Vamos converter isso para horas:
Para resolver a questão, precisamos analisar o circuito e determinar a resistência equivalente após a remoção do resistor \( R_4 \).
O circuito original possui quatro resistores \( R_1 \), \( R_2 \), \( R_3 \) e \( R_4 \) dispostos em uma configuração específica. Quando o resistor \( R_4 \) é removido, o circuito se simplifica.
Vamos analisar o circuito resultante:
1. Os resistores \( R_1 \) e \( R_2 \) estão em paralelo.
Para resistores em paralelo, a resistência equivalente \( R_{12} \) é dada pela fórmula:
Um LDR (Light Dependent Resistor) é um dispositivo elétrico cuja resistência elétrica varia com a intensidade da luz que incide sobre ele.
No circuito esquematizado abaixo, estão representados uma fonte ideal de tensão elétrica contínua (\( \varepsilon \) ), um resistor com resistência elétrica constante (\( R \) ) e um LDR. Nesse LDR, a resistência elétrica é função da intensidade luminosa, diminuindo quando a intensidade da luz aumenta.
Numa determinada condição de iluminação, o circuito é percorrido por uma corrente elétrica (\( i \)).
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto abaixo, na ordem em que aparecem.
Se a intensidade da luz incidente sobre o LDR aumenta, a corrente elétrica no circuito ________, e a diferença de potencial no resistor (\( R \)) ________.
diminui - diminui
diminui - não se altera
não se altera - aumenta
aumenta - diminui
aumenta - aumenta
UFRGS 2009/15
Para resolver esta questão, precisamos entender como o LDR (Light Dependent Resistor) funciona e como ele afeta o circuito.
O LDR é um resistor cuja resistência diminui quando a intensidade da luz que incide sobre ele aumenta. Isso significa que, com mais luz, a resistência do LDR será menor.
Vamos analisar o circuito:
O circuito é composto por uma fonte de tensão contínua (\( \varepsilon \) ), um resistor de resistência constante (\( R \) ) e um LDR. A corrente elétrica (\( i \)) percorre o circuito.
De acordo com a Lei de Ohm, a tensão (\( V \)) em um resistor é dada por:
\( V = RI \)
Para o circuito completo, a tensão fornecida pela fonte (\( \varepsilon \) ) é igual à soma das tensões nos resistores (\( R \) e LDR):
\( \varepsilon = V_R + V_{LDR} \)
Como \( V_R = RI \) e \( V_{LDR} = R_{LDR} \cdot i \), temos:
\( \varepsilon = RI + R_{LDR}I \)
Podemos fatorar \( i \) da equação:
\( \varepsilon = I (R + R_{LDR}) \)
Isolando \( i \), obtemos:
\( I = \frac{\varepsilon}{R + R_{LDR}} \)
Quando a intensidade da luz aumenta, a resistência do LDR (\( R_{LDR} \)) diminui. Como \( R_{LDR} \) está no denominador da expressão para \( i \), uma diminuição em \( R_{LDR} \) resulta em um aumento na corrente (\( i \)).
Portanto, a corrente elétrica no circuito aumenta.
Agora, vamos analisar a diferença de potencial no resistor (\( R \)). A tensão no resistor (\( R \)) é dada por:
\( V_R = RI \)
Como a corrente (\( i \)) aumenta, a diferença de potencial no resistor (\( R \)) também aumenta.
Assim, a alternativa correta é:
(E) aumenta - diminui
UFRGS 2010/18
Voltímetros e amperímetros são os instrumentos mais usuais para medições elétricas. Evidentemente, para a obtenção de medidas corretas, esses instrumentos devem ser conectados de maneira adequada. Além disso, podem ser danificados se forem conectados de forma incorreta ao circuito.
Suponha que se deseja medir a diferença de potencial a que está submetido o resistor \( R_2 \) do circuito abaixo, bem como a corrente elétrica que o percorre.
Assinale a figura que representa a correta conexão do voltímetro (V) e do amperímetro (A) ao circuito para a realização das medidas desejadas.
UFRGS 2010/18
Para medir a diferença de potencial (\( V \)) sobre o resistor \( R_2 \), o voltímetro deve ser conectado em paralelo com \( R_2 \). Isso ocorre porque o voltímetro mede a tensão entre dois pontos e, para isso, deve estar conectado diretamente aos terminais do resistor.
Para medir a corrente (\( I \)) que percorre o resistor \( R_2 \), o amperímetro deve ser conectado em série com \( R_2 \). Isso ocorre porque o amperímetro mede a corrente que passa por ele, e para medir a corrente que passa por \( R_2 \), o amperímetro deve estar no mesmo caminho da corrente.
Vamos analisar as opções:
O voltímetro está em série com \( R_2 \) e o amperímetro está em paralelo com \( R_2 \). Esta configuração está incorreta.
O voltímetro está em paralelo com \( R_2 \) e o amperímetro está em série com \( R_2 \). Esta configuração está correta.
O voltímetro está em paralelo com \( R_1 \) e o amperímetro está em série com \( R_2 \). Esta configuração está incorreta.
O voltímetro está em série com \( R_2 \) e o amperímetro está em paralelo com \( R_2 \). Esta configuração está incorreta.
O voltímetro está em paralelo com \( R_1 \) e o amperímetro está em série com \( R_2 \). Esta configuração está incorreta.
Portanto, a alternativa correta é a (B).
UFRGS 2011/16
Considere o circuito abaixo.
Neste circuito, todos os resistores são idênticos, e \(C_1\) e \(C_2\) são dois interruptores que podem estar abertos ou fechados, de acordo com os esquemas numerados a seguir.
Estado
(1)
(2)
(3)
(4)
\(C_1\)
\(C_2\)
\(C_1\)
\(C_2\)
\(C_1\)
\(C_2\)
\(C_1\)
\(C_2\)
Aberto
X
X
X
X
Fechado
X
X
X
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o ordenamento dos esquemas de ligação, em ordem crescente da corrente elétrica que passa no resistor \(R_4\).
(4) – (2) – (3) – (1)
(1) – (3) – (2) – (4)
(2) – (4) – (3) – (1)
(2) – (3) – (4) – (1)
(3) – (2) – (1) – (4)
UFRGS 2011/16
Para resolver esta questão, precisamos analisar a corrente que passa pelo resistor \(R_4\) em cada um dos quatro esquemas de ligação dos interruptores \(C_1\) e \(C_2\). Vale notar que \(R_4\) sempre será submetido à corrente total do circuito.
Vamos considerar que todos os resistores têm resistência \(R\) e que a tensão da fonte é \(V\).
Esquema 1:
\(C_1\) e \(C_2\) fechados
Quando \(C_1\) e \(C_2\) estão fechados, \(R_2\) está em curto e não passa corrente. Portanto, \(R_1\) está em paralelo com \(R_3\), e o resultado disso está em série com \(R_4\). A resistência equivalente \(R_{13}\) é:
Quando \(C_1\) está fechado e \(C_2\) está aberto, \(R_2\) está em curto e não passa corrente, e \(R_3\) está eliminado. Portanto, \(R_1\) está em série com \(R_4\). A resistência total \(R_t\) é:
\( R_t = R + R = 2R \)
A corrente total \(I_t\) é:
\( I_t = \frac{V}{R_t} = \frac{V}{2R} \)
A corrente \(I_4\) é a mesma que \(I_t\), então:
\( I_4 = \frac{V}{2R} \)
Resumo das Correntes \(I_4\)
Por hipótese vamos assumir V=60V e R=2Ω para uma análise numérica mais didática.
Esquema
Corrente \(I_4\)
Valor \(I_4\)
(1)
\( \frac{2V}{3R} \)
20 A
(2)
\( \frac{V}{3R} \)
10 A
(3)
\( \frac{3V}{5R} \)
18 A
(4)
\( \frac{V}{2R} \)
15 A
Em ordem crescente da corrente elétrica que passa no resistor \(R_4\), temos:
(C) (2) – (4) – (3) – (1)
UFRGS 2012/16
Considere o circuito abaixo.
No circuito, por onde passa uma corrente elétrica de 4 A, três resistores estão conectados a uma fonte ideal de força eletromotriz de 20 V.
Os valores da resistência total deste circuito e da resistência \( R_x \) são, respectivamente,
0,8 \( \Omega \) e 2,6 \( \Omega \).
0,8 \( \Omega \) e 4,0 \( \Omega \).
5,0 \( \Omega \) e 5,0 \( \Omega \).
5,0 \( \Omega \) e 10,0 \( \Omega \).
10,0 \( \Omega \) e 4,0 \( \Omega \).
UFRGS 2012/16
Para resolver esta questão, vamos utilizar a Lei de Ohm e as regras de associação de resistores.
Primeiro, vamos calcular a resistência total do circuito usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \).
Sabemos que a tensão fornecida pela fonte é de 20 V e a corrente total que passa pelo circuito é de 4 A.
Assim, a resistência total \( R_{total} \) pode ser calculada como:
\( R_{total} = \frac{V}{I} \)
\( R_{total} = \frac{20 \, V}{4 \, A} \)
\( R_{total} = 5 \, \Omega \)
Agora, vamos analisar o circuito corretamente.
Os resistores de 6 \( \Omega \) e 4 \( \Omega \) estão em série, então a resistência equivalente \( R_{s} \) é:
\( R_{s} = R_1 + R_2 \)
Substituindo os valores:
\( R_{s} = 6 + 4 \)
\( R_{s} = 10 \, \Omega \)
Essa resistência \( R_{s} \) está em paralelo com \( R_x \), e a resistência equivalente \( R_{eq} \) dessa associação é dada pela regra MDS:
Sabemos que a resistência total do circuito \( R_{total} \) é de 5 \( \Omega \), então podemos escrever:
\( R_{total} = R_{eq} \)
\( 5 = \frac{10 \times R_x}{10 + R_x} \)
Multiplicando ambos os lados da equação por \( 10 + R_x \):
\( 5(10 + R_x) = 10R_x \)
\( 50 + 5R_x = 10R_x \)
Isolando \( R_x \):
\( 50 = 5R_x \)
\( R_x = 10 \, \Omega \)
Portanto, os valores da resistência total do circuito e da resistência \( R_x \) são, respectivamente,
(D) 5,0 \( \Omega \) e 10,0 \( \Omega \).
UFRGS 2013/21
A figura abaixo representa um dispositivo eletrônico \(D\) conectado a uma bateria "recarregável" \(B\), que o põe em funcionamento. \(i\) é a corrente elétrica que aciona \(D\).
A respeito desse sistema, considere as seguintes afirmações:
I - As cargas elétricas de \(i\) são consumidas ao atravessarem \(D\).
II - O processo de "recarga" não coloca cargas em \(B\).
III - Toda a carga elétrica que atravessa \(D\) origina-se em \(B\).
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas II e III.
I, II e III.
UFRGS 2013/21
Para resolver essa questão, vamos analisar cada uma das afirmações:
Afirmação I: "As cargas elétricas de \(i\) são consumidas ao atravessarem \(D\)."
Essa afirmação está incorreta. Em um circuito elétrico, as cargas elétricas não são consumidas; elas simplesmente transferem energia ao passar pelo dispositivo \(D\). A corrente elétrica \(i\) representa o fluxo de cargas, e essas cargas continuam a circular pelo circuito.
Afirmação II: "O processo de 'recarga' não coloca cargas em \(B\)."
Essa afirmação está correta. No processo de recarga, não estamos "colocando" novas cargas na bateria. Em vez disso, estamos fornecendo energia elétrica para restaurar a composição química da bateria e permitir que ela armazene essa energia para uso futuro.
Afirmação III: "Toda a carga elétrica que atravessa \(D\) origina-se em \(B\)."
Essa afirmação está incorreta. As cargas elétricas não se originam na bateria; elas já estão presentes no circuito e simplesmente fluem através dele. A bateria fornece a energia que impulsiona o movimento dessas cargas, mas não cria as cargas.
Portanto, a única afirmação correta é a II.
Resposta correta: (B) Apenas II.
Outro método de resolução
Atenção!
Esta questão é capciosa pois existem opiniões contrárias ao gabarito oficial:
Veja, por exemplo, o que a IA do Google responde:
Vamos analisar cada uma das afirmações:
Afirmação I: "As cargas elétricas de i são consumidas ao atravessarem D."
INCORRETO.
As cargas elétricas não são consumidas; elas transferem energia ao passar pelo dispositivo D. A corrente elétrica i representa o fluxo de cargas, e essas cargas continuam a circular pelo circuito.
Afirmação II: "O processo de 'recarga' não coloca cargas em B."
INCORRETO.
No processo de recarga, ocorre a reversão das reações químicas da bateria, o que implica na movimentação de íons entre os eletrodos. Essa movimentação restaura o desequilíbrio de cargas necessário para a bateria armazenar energia, ou seja, cargas são "colocadas" na bateria durante a recarga.
Afirmação III: "Toda a carga elétrica que atravessa D origina-se em B."
CORRETO.
Embora as cargas (elétrons) já existam nos condutores, a bateria (B) é a fonte da força que impulsiona o movimento ordenado dessas cargas, criando a corrente elétrica. A bateria estabelece uma diferença de potencial (tensão) que gera um campo elétrico, "empurrando" os elétrons.
Analogia: Imagine um sistema de canos cheios de água. A água já está nos canos. A bateria seria como uma bomba que cria uma diferença de pressão, fazendo a água circular. A água que passa por um ponto específico do cano (o dispositivo D) veio da bomba. A bomba não criou a água, mas foi ela que a impulsionou.
Portanto, a única afirmação correta é a III.
Minha opinião:
Esta questão deveria ser anulada.
UFRGS 2014/20
Observe o segmento de circuito.
No circuito, \( V_A = -20 \, V \) e \( V_B = 10 \, V \) são os potenciais nas extremidades \( A \) e \( B \); e \( R_1 = 2 \, k\Omega \), \( R_2 = 8 \, k\Omega \) e \( R_3 = 5 \, k\Omega \) são os valores das resistências elétricas presentes. Nessa situação, os potenciais nos pontos \( a \) e \( b \) são, respectivamente,
-24 V e 0 V.
-16 V e 0 V.
-4 V e 0 V.
4 V e 5 V.
24 V e 5 V.
UFRGS 2014/20
Para resolver a questão, precisamos calcular a corrente que passa pelo circuito e, em seguida, determinar os potenciais nos pontos \( a \) e \( b \).
Primeiro, vamos calcular a resistência equivalente \( R_{eq} \) do circuito em série:
Agora, usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), podemos calcular a corrente \( I \) no circuito:
\( I = \frac{V_{total}}{R_{eq}} \)
Onde \( V_{total} \) é a diferença de potencial entre \( A \) e \( B \):
\( V_{total} = V_B - V_A \)
\( V_{total} = 10 \, V - (-20 \, V) \)
\( V_{total} = 30 \, V \)
Então, a corrente \( I \) é:
\( I = \frac{30 \, V}{15 \, k\Omega} \)
\( I = \frac{30 \, V}{15000 \, \Omega} \)
\( I = 2 \, mA \)
Agora, vamos calcular os potenciais nos pontos \( a \) e \( b \). Começamos pelo ponto \( a \), que está após a resistência \( R_1 \):
\( V_a = V_A + I \cdot R_1 \)
\( V_a = -20 \, V + (2 \, mA \cdot 2 \, k\Omega) \)
\( V_a = -20 \, V + 4 \, V \)
\( V_a = -16 \, V \)
Agora, calculamos o potencial no ponto \( b \), que está após as resistências \( R_1 \) e \( R_2 \):
\( V_b = V_a + I \cdot R_2 \)
\( V_b = -16 \, V + (2 \, mA \cdot 8 \, k\Omega) \)
\( V_b = -16 \, V + 16 \, V \)
\( V_b = 0 \, V \)
Portanto, os potenciais nos pontos \( a \) e \( b \) são, respectivamente,
(B) -16 V e 0 V.
UFRGS 2014/21
Considere o circuito formado por três lâmpadas idênticas ligadas em paralelo à bateria, conforme representa a figura (1).
Como a chave \( C \) foi aberta na figura (2), considere as afirmações abaixo sobre a figura (2), em comparação à situação descrita na figura (1).
I - A potência fornecida pela bateria é a mesma.
II - A diferença de potencial aplicada a cada lâmpada acesa é a mesma.
III - As correntes elétricas que percorrem as lâmpadas acesas são menores.
Quais estão corretas?
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
I, II e III.
UFRGS 2014/21
Para resolver esta questão, precisamos entender o comportamento de circuitos em paralelo e como a abertura da chave \( C \) afeta o circuito.
Primeiro, vamos analisar a figura (1). Neste circuito, temos três lâmpadas idênticas ligadas em paralelo a uma bateria. Em um circuito paralelo, a diferença de potencial (voltagem) aplicada a cada lâmpada é a mesma e igual à voltagem da bateria. A corrente total fornecida pela bateria é a soma das correntes que passam por cada lâmpada.
Agora, vamos analisar a figura (2). Quando a chave \( C \) é aberta, uma das lâmpadas é desligada, restando apenas duas lâmpadas no circuito. A diferença de potencial aplicada a cada lâmpada acesa continua sendo a mesma e igual à voltagem da bateria, pois elas ainda estão em paralelo com a bateria.
Vamos verificar cada uma das afirmações:
I - A potência fornecida pela bateria é a mesma.
Esta afirmação é falsa. A potência fornecida pela bateria é dada por \( P = V \cdot I \), onde \( V \) é a voltagem da bateria e \( I \) é a corrente total. Como uma das lâmpadas foi desligada, a corrente total diminui, e, portanto, a potência fornecida pela bateria também diminui.
II - A diferença de potencial aplicada a cada lâmpada acesa é a mesma.
Esta afirmação é verdadeira. Em um circuito paralelo, a voltagem aplicada a cada componente é a mesma e igual à voltagem da fonte.
III - As correntes elétricas que percorrem as lâmpadas acesas são menores.
Esta afirmação é falsa. A corrente que percorre cada lâmpada acesa permanece a mesma, pois a resistência de cada lâmpada e a voltagem aplicada não mudaram. O que muda é a corrente total fornecida pela bateria, que diminui.
Portanto, a única afirmação correta é a II.
Resposta correta:
(A) Apenas II.
UFRGS 2015/16
No circuito esquematizado abaixo, \( R_1 \) e \( R_2 \) são resistores com a mesma resistividade \( \rho \). \( R_1 \) tem comprimento \( 2L \) e seção transversal \( A \), e \( R_2 \) tem comprimento \( L \) e seção transversal \( 2A \).
Nessa situação, a corrente elétrica que percorre o circuito é
\(\frac{2AV}{5 \rho L}\)
\(\frac{2AV}{3 \rho L}\)
\(\frac{AV}{\rho L}\)
\(\frac{3AV}{2 \rho L}\)
\(\frac{5AV}{2 \rho L}\)
UFRGS 2015/16
Para resolver essa questão, precisamos calcular a resistência de cada resistor e, em seguida, determinar a corrente elétrica no circuito usando a Lei de Ohm.
A resistência de um resistor é dada pela fórmula:
\( R = \frac{\rho L}{A} \)
onde \( \rho \) é a resistividade do material, \( L \) é o comprimento do resistor e \( A \) é a área da seção transversal.
Portanto, a corrente elétrica que percorre o circuito é:
(A) \( \frac{2AV}{5 \rho L} \)
UFRGS 2015/19
Um campo magnético uniforme \( B \) atravessa perpendicularmente o plano do circuito representado abaixo, direcionado para fora desta página. O fluxo desse campo através do circuito aumenta à taxa de \( 1 \, \text{Wb/s} \).
O fluxo desse campo através do circuito aumenta à taxa de \( 1 \, \text{Wb/s} \).
Nessa situação, a leitura do amperímetro \( A \) apresenta, em ampères,
0,0.
0,5.
1,0.
1,5.
2,0.
UFRGS 2015/19
Para resolver essa questão, precisamos entender a Lei de Faraday da Indução Eletromagnética, que nos diz que a força eletromotriz (fem) induzida em um circuito é proporcional à taxa de variação do fluxo magnético através do circuito.
A Lei de Faraday é dada por:
\( \varepsilon = -\frac{d\Phi}{dt} \)
Onde:
\( \varepsilon \) é a força eletromotriz induzida (em volts)
\( \Phi \) é o fluxo magnético (em Weber, Wb)
\( \frac{d\Phi}{dt} \) é a taxa de variação do fluxo magnético (em Weber por segundo, Wb/s)
De acordo com o enunciado, a taxa de variação do fluxo magnético é de 1 Wb/s. Portanto, a força eletromotriz induzida é:
\( \varepsilon = -1 \, \text{V} \)
O sinal negativo indica a direção da corrente induzida, mas para calcular a corrente, consideramos apenas o valor absoluto da fem.
Agora, usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \), onde:
\( V \) é a tensão (em volts)
\( R \) é a resistência (em ohms)
\( I \) é a corrente (em ampères)
Podemos reescrever a equação para encontrar a corrente:
\( I = \frac{V}{R} \)
Se não é fornecido o valor da resistência \( R \), normalmente assumimos que a resistência é idealmente zero para facilitar os cálculos. Isso implica que a corrente é teórica, mas neste caso, vamos utilizar \( V = RI \) para determinar a corrente.
Portanto, a leitura do amperímetro A será de 1,0 ampères.
A alternativa correta é a (C).
Outro método de resolução
Esta questão envolve a Lei de Faraday da Indução Eletromagnética e a Lei de Ohm. Vamos analisar passo a passo:
1. Lei de Faraday: A Lei de Faraday afirma que uma variação no fluxo magnético através de um circuito induz uma força eletromotriz (fem) nesse circuito. A magnitude da fem induzida é dada por:
\( \varepsilon = \frac{d\Phi}{dt} \)
Onde:
\( \varepsilon \) é a fem induzida (em volts).
\( \frac{d\Phi}{dt} \) é a taxa de variação do fluxo magnético (em webers por segundo, Wb/s).
No nosso caso, a questão informa que \( \frac{d\Phi}{dt} = 1 \, \text{Wb/s} \). Portanto, a fem induzida é:
\( \varepsilon = 1 \, \text{V} \)
2. Sentido da fem induzida e Tensão resultante: Como o fluxo magnético está *aumentando*, a fem induzida se *opõe* à tensão da bateria. Portanto, a tensão resultante no resistor é a *diferença* entre a tensão da bateria e a fem induzida:
Conclusão: A leitura do amperímetro A é de 1,0 ampère.
Resposta: (C)
UFRGS 2016/16
16. O gráfico abaixo apresenta a curva corrente elétrica \(i\) versus diferença de potencial \(V\) para uma lâmpada de filamento.
Sobre essa lâmpada, considere as seguintes afirmações.
I - O filamento da lâmpada é ôhmico.
II - A resistência elétrica do filamento, quando ligado em 6 V, é 6 \( \Omega\).
III - A potência dissipada pelo filamento, quando ligado em 8 V, é 0,15 W.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, II e III.
UFRGS 2016/16
Para resolver a questão, vamos analisar cada uma das afirmações com base no gráfico fornecido.
Afirmação I: O filamento da lâmpada é ôhmico.
Um material é considerado ôhmico se a relação entre a corrente elétrica \(i\) e a diferença de potencial \(V\) for linear, ou seja, se o gráfico \(i\) versus \(V\) for uma linha reta. Observando o gráfico, vemos que a curva não é uma linha reta, mas sim uma curva que se inclina para baixo à medida que \(V\) aumenta. Portanto, o filamento da lâmpada não é ôhmico.
Afirmação II: A resistência elétrica do filamento, quando ligado em 6 V, é 6 \( \Omega\).
Para verificar essa afirmação, vamos usar a Lei de Ohm na forma \(V = RI\). No gráfico, quando \(V = 6\) V, a corrente \(i\) é aproximadamente 1 A. Assim, podemos calcular a resistência \(R\) como:
\(R = \frac{V}{i} = \frac{6}{1} = 6 \ \Omega\)
Portanto, a afirmação II está correta.
Afirmação III: A potência dissipada pelo filamento, quando ligado em 8 V, é 0,15 W.
A potência dissipada \(P\) pode ser calculada usando a fórmula \(P = Vi\). No gráfico, quando \(V = 8\) V, a corrente \(i\) é aproximadamente 1,2 A. Assim, a potência dissipada é:
\(P = Vi = 8 \times 1,2 = 9,6 \ W\)
Portanto, a afirmação III está incorreta.
Com base na análise acima, apenas a afirmação II está correta.
(B) Apenas II.
UFRGS 2017/16
A diferença de potencial entre os pontos (i) e (ii) do circuito abaixo é \( V \).
Considerando que todos os cinco resistores têm resistência elétrica \( R \), a potência total por eles dissipada é
\( \frac{2V^2}{R} \)
\( \frac{V^2}{2R} \)
\( \frac{V^2}{5R} \)
\( \frac{4V^2}{R^2} \)
\( \frac{V^2}{4R^2} \)
UFRGS 2017/16
Vamos determinar a resistência total do circuito, considerando que os dois resistores superiores estão em série, assim como os dois resistores inferiores.
Primeiro, calculamos as resistências equivalentes das séries:
\( R_{serie1} = R + R = 2R \)
\( R_{serie2} = R + R = 2R \)
Agora, temos três resistências em paralelo: \( 2R \), \( R \) e \( 2R \).
A resistência equivalente total \( R_{total} \) é dada por:
Usando a Lei de Ohm \( V = RI \), calculamos a corrente total \( I \):
\( I = \frac{V}{R_{total}} \)
\( I = \frac{V}{\frac{R}{2}} \)
\( I = \frac{2V}{R} \)
A potência total dissipada \( P \) é dada por:
\( P = V \cdot I \)
\( P = V \cdot \frac{2V}{R} \)
\( P = \frac{2V^2}{R} \)
Portanto, a potência total dissipada pelos resistores é
(A) \( \frac{2V^2}{R} \).
UFRGS 2018/16
Uma fonte de tensão cuja força eletromotriz é de 15 V tem resistência interna de 5 Ω. A fonte está ligada em série com uma lâmpada incandescente e com um resistor. Medidas são realizadas e constata-se que a corrente elétrica que atravessa o resistor é de 0,20 A, e que a diferença de potencial na lâmpada é de 4 V. Nessa circunstância, as resistências elétricas da lâmpada e do resistor valem, respectivamente,
\(0,8 \, \Omega\) e \(50 \, \Omega\).
\(20 \, \Omega\) e \(50 \, \Omega\).
\(0,8 \, \Omega\) e \(55 \, \Omega\).
\(20 \, \Omega\) e \(55 \, \Omega\).
\(20 \, \Omega\) e \(70 \, \Omega\).
UFRGS 2018/16
Para resolver a questão, vamos usar a Lei de Ohm na forma \(V = RI\) e a regra de associação de resistores em série.
Primeiro, vamos determinar a resistência do resistor. Sabemos que a corrente que atravessa o lâmpada é de 0,20 A e que a diferença de potencial na lâmpada é de 4 V.
Como a lâmpada e o resistor estão em série, a corrente que passa por ambos é a mesma. Portanto, a corrente que passa pela lâmpada também é de 0,20 A.
Vamos calcular a resistência da lâmpada usando a Lei de Ohm:
Agora, vamos calcular a resistência do resistor. A força eletromotriz da fonte é de 15 V e a resistência interna da fonte é de 5 Ω. A diferença de potencial total no circuito é a soma das quedas de tensão na lâmpada, no resistor e na resistência interna da fonte.
Vamos calcular a queda de tensão na resistência interna da fonte:
Portanto, as resistências elétricas da lâmpada e do resistor são, respectivamente,
(B) \(20 \, \Omega\) e \(50 \, \Omega\).
UFRGS 2020/16
No circuito da figura abaixo, todas as fontes de tensão são ideais e de 10 V, e todos os resistores são de 4 Ω.
Quando a chave C for fechada, a potência, em W, dissipada no resistor R, será de
1.
2.
3.
4.
5.
UFRGS 2020/16
Para resolver esta questão, precisamos determinar a corrente que passa pelo resistor \( R \) quando a chave \( C \) está fechada e, em seguida, calcular a potência dissipada por \( R \).
Primeiro, vamos analisar o circuito. Quando a chave \( C \) está fechada, os dois resistores de 4 Ω à direita estão em paralelo. A resistência equivalente \( R_{eq} \) desses dois resistores em paralelo é dada por:
Agora, o circuito pode ser simplificado para três resistores em série: dois resistores de 4 Ω e um resistor equivalente de 2 Ω. A resistência total \( R_{total} \) do circuito é:
\( R_{total} = 4 + 4 + 2 = 10 \, \Omega \)
Com a resistência total, podemos calcular a corrente total \( I \) usando a Lei de Ohm na forma \( V = RI \):
\( I = \frac{V}{R_{total}} \)
\( I = \frac{10 \, V}{10 \, \Omega} = 1 \, A \)
Como os resistores estão em série, a corrente que passa pelo resistor \( R \) é a mesma corrente total \( I \). Agora, podemos calcular a potência dissipada pelo resistor \( R \) usando a fórmula da potência \( P = RI^2 \):
\( P = R \cdot I^2 \)
\( P = 4 \, \Omega \cdot (1 \, A)^2 = 4 \, W \)
Portanto, a potência dissipada no resistor \( R \) é de 4 W. A resposta correta é a alternativa (D).
UFRGS 2022/28
Considere o circuito resistivo, representado na figura abaixo.
Sendo \( R_1 = R_3 = 2 \, \Omega \) e \( R_2 = 1 \, \Omega \), a corrente elétrica \( i \), em \( R_2 \), é de
3 A.
4,8 A.
6 A.
8 A.
14,4 A.
UFRGS 2022/28
Para resolver essa questão, precisamos primeiro entender a configuração do circuito. O resistor \( R_2 \) está em paralelo com o resistor \( R_3 \), e essa combinação está em série com o resistor \( R_1 \).
Primeiro, vamos calcular a resistência equivalente \( R_{23} \) dos resistores \( R_2 \) e \( R_3 \) em paralelo:
Agora, a corrente \( I_{total} \) se divide entre \( R_2 \) e \( R_3 \). Como \( R_2 \) e \( R_3 \) estão em paralelo, a tensão sobre eles é a mesma. Usamos a Lei de Ohm para encontrar a corrente \( i \) em \( R_2 \):
Para encontrar a tensão \( V_{23} \) sobre \( R_2 \) e \( R_3 \), usaremos a queda de tensão em \( R_1 \):
\( V_{R_1} = R_1 \cdot I_{total} \)
Substituindo os valores:
\( V_{R_1} = 2 \, \Omega \cdot 9 \, A = 18 \, V \)
Portanto, a tensão sobre \( R_2 \) e \( R_3 \) é:
\( V_{23} = V_{total} - V_{R_1} \)
Substituindo os valores:
\( V_{23} = 24 \, V - 18 \, V = 6 \, V \)
Usamos essa tensão para encontrar a corrente \( i \) em \( R_2 \) utilizando a Lei de Ohm:
\( V_{23} = R_2 \cdot i \)
Substituindo os valores:
\( 6 \, V = 1 \, \Omega \cdot i \)
Resolvendo para \( i \):
\( i = \frac{6 \, V}{1 \, \Omega} = 6 \, A \)
Portanto, a corrente elétrica \( i \) em \( R_2 \) é
(C) 6 A.
UFRGS 2023/26
26. Uma fonte possui tensão nominal (de circuito aberto) \(V\) e resistência interna \(R_i\), e é colocada como componente do circuito indicado na figura. A tabela apresenta valores da corrente \(I\) que percorre o circuito, para dois valores da resistência \(R\).
\( R \, (\Omega) \)
\( I \, (A) \)
2,5
4
3,5
3
A partir desses dados, assinale a alternativa que melhor representa os valores de \(V\) (em volts) e de \(R_i\) (em ohms), respectivamente.
6 e 12.
12 e 0,5.
24 e 1.
8 e 2.
10 e 4.
UFRGS 2023/26
Para resolver essa questão, vamos utilizar a Lei de Ohm na forma \( V = RI \) e a fórmula da tensão de um circuito com resistência interna:
\( V = I (R + R_i) \)
Vamos usar os dados fornecidos na tabela para montar duas equações:
Para \( R = 2,5 \, \Omega \) e \( I = 4 \, A \):
\( V = 4 (2,5 + R_i) \)
Para \( R = 3,5 \, \Omega \) e \( I = 3 \, A \):
\( V = 3 (3,5 + R_i) \)
Como a tensão \( V \) é a mesma em ambos os casos, podemos igualar as duas equações:
\( 4 (2,5 + R_i) = 3 (3,5 + R_i) \)
Resolvendo a equação:
\( 10 + 4R_i = 10,5 + 3R_i \)
Subtraindo \( 3R_i \) de ambos os lados:
\( 10 + R_i = 10,5 \)
Subtraindo 10 de ambos os lados:
\( R_i = 0,5 \, \Omega \)
Agora, substituímos \( R_i \) em uma das equações para encontrar \( V \):
\( V = 4 (2,5 + 0,5) \)
\( V = 4 \times 3 \)
\( V = 12 \, V \)
Portanto, os valores de \( V \) e \( R_i \) são 12 volts e 0,5 ohms, respectivamente.