A técnica do carbono-14 permite a datação de fósseis pela medição dos valores de emissão beta desse isótopo presente no fóssil. Para um ser em vida, o máximo são 15 emissões beta por minuto e por grama. Após a morte, a quantidade de carbono-14 se reduz pela metade a cada 5 730 anos.
Considere que um fragmento fóssil de massa igual a 30 g foi encontrado em um sítio arqueológico, e a medição de radiação apresentou 6 750 emissões beta por hora. A idade desse fóssil, em anos, é
1. Determinar a atividade do fóssil por minuto.
2. Comparar com o organismo vivo. Para 30 g, a atividade inicial máxima seria 450 emissões por minuto.
Uma redução para um quarto corresponde a duas meias-vidas. Cada meia-vida vale 5 730 anos.
Conclusão: Alternativa (C).